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conselho CNTE 16 12

Paralisação nacional vai cobrar cumprimento do piso
Segunda, 19 de Dezembro de 2011 - 10:45h

Em reunião do Conselho Nacional de Entidades da CNTE, ocorrida na última sexta (16), foi decidida a realização de uma greve nacional na primeira quinzena de março, para exigir o cumprimento da lei nacional do piso. Assista ao vídeo. http://www.cnte.org.br/

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

USP EM GREVE: Estudantes da USP protestam contra expulsão de alu...

USP EM GREVE: Estudantes da USP protestam contra expulsão de alu...: Alunos da USP fazem na tarde desta segunda-feira um ato em frente a reitoria da universidade contra a expulsão de seis estudantes da univ...

Depoimento de estudante expulsa da USP 17/12/2011

LEIA SOBRE A EXPULSÃO DE SEIS ALUNOS DA USP >>>http://uspemgreve.blogspot.com/

domingo, 30 de outubro de 2011

CreativeCommons | BR - Prefeitura de São Paulo libera uso de todo o seu material didático através de licenciamento em CC

CreativeCommons | BR - Prefeitura de São Paulo libera uso de todo o seu material didático através de licenciamento em CC

Prefeitura de São Paulo libera uso de todo o seu material didático através de licenciamento em CC PDF Imprimir E-mail
04 de Outubro de 2011

Todos os recursos educacionais produzidos pela Prefeitura de São Paulo são agora livres para download gratuito. O prefeito Gilberto Kassab assinou decreto que torna disponível a qualquer pessoa todo o conteúdo e material didático produzido pela Secretaria Municipal de Educação, através do uso de licença Creative Commons.

Este é um passo importante na ampliação do acesso ao conhecimento, uma vez que a utilização dos materiais está previamente autorizada pela Prefeitura, detentora dos direitos autorais sobre as obras. Redes de ensino de outros municípios e Estados, professores, organizações não-governamentais e demais interessados podem utilizar os conteúdos, desde que para fins não-comerciais e preservados os créditos. Todo o material produzido no futuro também estará livremente disponível na internet.

Em junho, o Secretário Municipal de Educação de São Paulo, Alexandre Schneider, participou do evento “The Power of Open: O direito autoral em debate”, onde abordou a importância do licenciamento livre de obras educacionais – desde então, todo o material didático produzido pela Secretaria já estava sob licenças Creative Commons. O evento, realizado no Rio de Janeiro, foi uma iniciativa do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV (CTS/FGV DIREITO RIO) em parceria com o Creative Commons, e o vídeo do debate pode ser acessado neste link.

O release oficial informa que “a Secretaria Municipal de Educação entendeu que não fazia sentido manter o material produzido com recursos públicos sob direito autoral restrito, já que muitas vezes esses conteúdos são solicitados por outros municípios e Estados para fins didáticos e para a expansão de experiências educacionais bem sucedidas em uma das maiores cidades do país. 'Nosso objetivo é criar uma política pública de compartilhamento. Se a Prefeitura usa recursos públicos para produzir seu material, nada mais justo que esse material poder ser compartilhado com quem tem interesse', afirma o secretário municipal de Educação.”

O Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS/FGV) apoia ações de ampliação do uso de recursos educacionais abertos (REA), no Brasil e no mundo, como forma de fomentar o acesso ao conhecimento.

Acesse aqui o texto integral do decreto e o release oficial da Prefeitura de São Paulo.

sábado, 15 de outubro de 2011

Mercado de Letras | República de Crianças

Mercado de Letras | República de Crianças
República de Crianças
Sobre Experiências Escolares de Resistência

• Helena Singer

De todas as inovações educacionais de que tivemos notícias durante o século 20 – método Montessori, ensino programado, construtivismo etc. – as chamadas escolas democráticas, nas quais os alunos criam as regras de convívio e escolhem o que querem estudar, foram as que mais intrigaram, encantaram ou assustaram. Entre elas, Summerhill é a mais famosa. Famosa, porém mal conhecida: muitos pensam tratar-se de uma instituição criada por um lunático, uma escola sem regras nem disciplina, onde se brinca em vez de se estudar, enfim, uma experiência fantasiosa que, naturalmente, fracassou e morreu.
Ora, o livro de Helena Singer, não somente nos relata que Summerhill ainda existe firme e forte, como também nos conta que não foi a primeira experiência deste tipo (a primeira foi criada por ninguém menos que o escritor russo Leon Tolstoi), nem a única: hoje contam-se quase quinhentas escolas democráticas espalhadas pelo mundo.
Tais escolas têm um lugar de destaque no movimento pedagógico que, desde o século passado (e, na verdade, inspiradas em idéias do século 18, as de Rousseau), tem procurado se opor à escola dita tradicional, vista como espaço da tirania adulta, como conservadora, desrespeitosa em relação às crianças e totalmente ignorante dos reais processos psicológicos de aprendizagem e desenvolvimento. O movimento da Escola Nova, como é chamado, mudou os sinais: onde havia autoritarismo, haveria democracia, onde havia valores conservadores, haveria os ideais de justiça baseados na igualdade e equidade, onde havia desrespeito, haveria carinho e amor e, naturalmente, a ignorância quanto às reais características da infância seria sanada com pesquisas psicológicas. (da apresentação de Yves de la Taille)(...) LEIA MAIS EM : http://www.mercado-de-letras.com.br/livro-mway.php?codid=103

Glauber Rocha e Caetano Veloso

30 ANOS SEM GLAUBER ROCHA!!! E O POVO BRASILEIRO 100 MAIS BURRO!!!!


Maranhão 66 - CURTA DE GLAUBER ROCHA

Curta de Glauber Rocha, que originalmente fora encomendada por José Sarney em sua posse pelo governo do Estado do Maranhão em 66, que não foi utilizado para esse mesmo fim, por motivos óbvios.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

software libre



POSTADO POR NADIA GAL STABILE-SÃO PAULO-SP-BRASIL

A Catedral e o Bazar – Wikipédia, a enciclopédia livre

A Catedral e o Bazar – Wikipédia, a enciclopédia livre


A Catedral e o Bazar (em inglêsThe Cathedral and the Bazaar) é um ensaio de Eric S. Raymond sobre métodos de engenharia de software, baseado em suas observações do processo de desenvolvimento doLinux e suas experiências administrando o projeto open source fetchmail. Foi primeiramente apresentado pelo autor no Linux Kongress em 27 de Maio de 1997 e publicado como parte do livro com o mesmo nome em 1999. É normalmente considerado como o manifesto do movimento Open source.
O ensaio apresenta dois diferentes modelos de desenvolvimento de um software livre:
  • O modelo Catedral, no qual o código fonte está disponível para cada release do software, mas o código desenvolvido entre dois releases é restrito a um exclusivo grupo de desenvolvedores. Os projetosEmacs e GCC são apresentados no ensaio como exemplos.
  • O modelo Bazar, no qual o código é desenvolvido de forma totalmente aberta e pública, utilizando a Internet. Raymond credita Linus Torvalds, líder do projeto Linux, como o inventor deste modelo de desenvolvimento de software. Ele também fornece alguns relatos anedóticos da aplicação desse modelo ao projeto Fetchmail.
tese central do ensaio de Raymond é que "Dado um número de olhos suficiente, todos os erros são triviais" (que é o enunciado da Lei de Linus): se o código fonte está disponível para teste, escrutínio e experimentação pública, então os erros serão descobertos rapidamente. Em contraste, Raymond alega que uma irregular quantidade de tempo e energia devem ser gastos procurando por erros no modelo daCatedral, quando as diversas versões de código são avaliadas por um número limitado de desenvolvedores.
Este ensaio ajudou a convencer a maioria dos projetos open source e softwares livres a adotar o modelo do Bazar, completa ou parcialmente — incluindo os projetos Emacs e GCC, os exemplos originais para um modelo Catedral. Mais notavelmente, isso ainda providenciou o empurrão final para a Netscape Communications Corp abrir o código de fonte do Netscape Communicator e iniciar o projeto Mozilla.
O modelo da Catedral é também o modelo de desenvolvimento típico para software proprietário — com a restrição adicional de o código fonte não ser normalmente providenciado com as atualizações — e um uso comum da frase "a Catedral e o Bazar" é contrastar o desenvolvimento proprietário com o desenvolvimento de código aberto (mais tarde, o próprio Raymond usou a expressão dessa maneira em relação aosDocumentos de Halloween). Porém, o ensaio original preocupa-se somente com o software livre e não fazia nenhuma referência ao desenvolvimento proprietário.
A terminologia usada no ensaio tem sido estendida para descrever outros tipos de projetos e não somente software. A Wikipédia é um projeto que implementa o modelo do Bazar, enquanto a Nupedia e aEnciclopédia Britannica são projetos que usam o modelo da Catedral.
Quando O'Reilly publicou o livro em 1999, este alcançou outra distinção por ser o primeiro livro completo e comercialmente distribuído e publicado sob a licença Creative Commons.(...)

FRANCISCO FERRER (1859-1909) - A Escola Moderna

FRANCISCO FERRER (1859-1909) - A Escola Moderna

(...)A escola moderna é mista e aberta a todos os meios (conquanto paga, o preço da pensão varia em função da renda dos pais); ela é laica e bane todo ensino religioso. Enfim, é também racional e científica.

Dotada de uma biblioteca, de uma tipografia, de um serviço de edição que publica manuais e obras pedagógicas, ela aparece como um foco intenso de cultura popular. Ferrer quer que ela seja um instrumento de emancipação e propagação das idéias libertárias diante do "adestramento" do ensino oficial de educação, "poderoso meio de subjugação nas mãos dos dirigentes", que habitua as crianças "a obedecer, a crer, a pensar segundo seus dogmas sociais que nos regem". Para ele, o ensino deve ser uma força a serviço da mudança: "queremos homens capazes de evoluir incessantemente, capazes de destruir, renovar constantemente os meios e renovar-se a si mesmos". (...)

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Pedagogia libertária – Wikipédia, a enciclopédia livre

Pedagogia libertária – Wikipédia, a enciclopédia livre: Existem três grupos de entendimento da educação na sociedade: educação como redenção, educação como reprodução e educação como transformação. A pedagogia libertária, assim como as demais pedagogias progressistas, segue a tendência filosófico-política da educação como transformação da sociedade.

A pedagogia libertária espera que a escola exerça uma transformação na personalidade dos alunos, num sentido libertário e autogestionário (a escola institui, com base na participação dos grupos, mecanismos instituicionais de mudança, através de assembléias, conselhos, eleições, reuniões e associações.

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Sébastien Faure – Wikipédia, a enciclopédia livre

Sébastien Faure – Wikipédia, a enciclopédia livre: Fundação da Escola A Colmeia

Em 1904, Sébastien Faure aproxima-se da proposta de pedagogia libertária o criar nas proximidades Rambouillet (Yvelines) uma escola libertária designada "A Colmeia" (La Ruche). O objetivo da escola era desenvolver integralmente a capacidade de cada estudante. Através deste princípio Faure demonstra a influência das ideias de Mikhail Bakunin e Paul Robin,[6] mas também na permanência do mutualismo de Proudhon.

O método de ensino que Faure desenvolve em A Colmeia se contrapõe a metodologia dedutiva tradicional na qual os conceitos são explicados para os alunos cuja tarefa é apenas assimilar. Sua pedagogia chamada por ele de indutiva e estimuladora do autodidatismo abre espaço para que os estudantes possam aprender por contra própria, assumindo um papel ativo na tarefa de aprender. "Quem procura, fez o esforço." Além disso, na Colmeia não havia distinção de sexos nas salas de aula onde meninos e meninas estudavam em conjunto, algo inovador para a época.

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Francisco Ferrer – Wikipédia, a enciclopédia livre

Francisco Ferrer – Wikipédia, a enciclopédia livre: Escola Moderna

A Escola Moderna transformou-se em um movimento de caráter internacional de apoio dos trabalhadores a educação anti-Estatal e anti-Capitalista.

Segundo a Profa. Dra. Maria Aparecida Macedo Pascal "Ferrer desenvolveu o método racional, enfatizando as ciências naturais com certa influência positivista, privilegiando a educação integral. Propõe uma metodologia baseada na cooperação e respeito mútuo. Sua escola deveria ser freqüentada por crianças de ambos os sexos para desfrutarem de uma relação de igualdade desde cedo. A concepção burguesa de castigos, repressão, submissão e obediência, deveria ser substituída pela teoria libertária, de formação do novo homem e da nova mulher. Ferrer considerava que o cientificismo não era um saber neutro. Aqueles que tem o poder se esforçam por legitimá-lo através de teses científicas".

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Paul Robin - Protopia

Paul Robin - Protopia: Paul Robin

Paul Robin (1837-1912) foi um dos fundadores da moderna pedagogia francesa. Expulso da Primeira Internacional pelos marxistas por seu apoio a Bakunin, viveu exilado na Suíça e na Gran Bretanha. Na França fundou e dirigiu o Orfanato de Prévost, em Oise, no qual 600 meninos reciberam uma educação libertária através de métodos desenvolvidos por Robin, entre 1880 e 1894.

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grupo de estudos: paul robin: pensamento

grupo de estudos: paul robin: pensamento: “Não temos a menor pretensão de fazer de nossos alunos doutos universais...

Por esse termo de educação integral entendemos aquela que tende ao desenvolvimento progressivo e bem equilibrado do ser por inteiro; ela contém e reúne os três fatores habituais, a saber:

a educação física, intelectual e moral.

(...) Não deve esquecer que a educação física e intelectual ou instrução deve compreender a ciência e a arte, o ‘saber’ e o ‘fazer’.

Uma verdadeira educação integral é ao mesmo tempo teórica e prática.”



Paul Robin [professor francês, bakuninista, um dos dirigentes da Aliança da Democracia Socialista, membro do conselho Geral no biênio 1870 e 1871 (1837 -- 1912)]

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011