segunda-feira, 23 de março de 2009
ABSURDO TOTAL NA CAMPANHA TELEVISIVA DO "TODOS PELA EDUCAÇÃO"
para ser um pouco menos cruel, simplesmente é focalizada em closed para dizer :
" Diretor,programe o reforço escolar de seus alunos" está na constituição e coisa e tal... respondam-me, como o diretor poderia fazer o reforço sem verba? como contrataria pessoal preparado para esses reforços!?
Será que a normalista que aterrissou aqui trazida pela máquina do tempo de um passado distante, saberia decifrar este enigma!?
Nadia Stabile - 23/03/09
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Críticas à Educação

Por que um economista se arvora a criticar a educação deste pais?
Na Folha de São Paulo, do dia 14 de fevereiro, na seção Tendencias/ Debates, o sr. Naercio Aquino Menezes Pinto, formado em Economia, pretendeu responder à pergunta: Como melhorar a qualidade da Educação? Seu primeiro argumento para explicar o porquê dos alunos que saem da 4a. serie não sabem ler e fazer contas fica por conta da suposta ignorancia ou incapacidade, tanto de professores, quanto de alunos em ensinar e aprender.Em seguida, são os pais que, por não terem acordado quanto à importancia da educação, sabem pouco e, assim, não podem ensinar aos filhos.
Muito mais interessante,é a referencia a uma pedagogia da "paz, amor e esperança" sobre a qual o autor não dá maiores informações(será que está falando de Paulo Freire?), dizendo que todo mundo sabe que ela não funciona. Daí passa a reprovar a formação de professores que nas faculdades de pedagogia ( não existem outras licenciaturas?)usam seu tempo debatendo sobre os grandes pensadores da educação (sobre o que debateriam?)em vez de aprender a dar aulas.
Além disso tudo, como se não bastasse, os professores, a seu ver, funcionariam muito melhor se recebessem por produtividade ( será que ele não sabe que já ultrapassamos a educação bancaria a que o grande Paulo Freire se referia?).
Sobre a existencia de professores temporarios, "sinal de que alguma coisa está errada", segundo o autor, justifica-se porque os sindicatos não estão preocupados com a aprendizagem dos alunos, já que se novos e bem preparados professores fossem para a sala de aula, os sindicatos perderiam seus eleitores, além de que seus interesses são contrarios aos da sociedade.
Finalizando, o autor reforça que todos esses problemas prejudicam mais os alunos pobres, em primeira instancia.Para não me alongar em explanações sobre todos esses equívocos desse senhor, pergunto: Por que o senhor não estuda, ao menos, a historia da Educação? Só a do Brasil já daria para começar um debate com a maioria dos professores deste pais.
Por: Joyce Sanchotene
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
"BRONCA DE MÃE...!!!" - GENIAL TEXTO DE TAIS!!
Mas todos sabemos que as mulheres sempre interagem mais nas comunidades onde vivem, do que os homens! e esta interação que Tais relata, nos trás fortes sinais de que talvez a mentalidade cada vez mais interativa da Web 2.0,esteja migrando para a nossa realidade! além é claro da forçosa interação originária de nossa crise!
Frase antiga dizia: "O SOFRIMENTO UNE" , coisa que a antiga classe média cheia de "farturas" não conhecia e só achava interessante exclamar como papagaios...referindo-se ao que a classe mais pobre já passava!(anos 70)
Esta Web 2.0, que propõe uma interação muito maior do que a antiga web,que chegou a nos surpreender com uma possível biblioteca universal e gigantesca, hoje nos surpreende pelas incríveis possibilidades de exposição e interação social!
As redes sociais e os "Seconds Lifes" chegam a nos fazer imaginar que o contato real entre as pessoas possa um dia desaparecer! O limite entre o homem e a máquina surge como algo a ser necessariamente repensado,filosofemos sobre ele!
Se nos lembrarmos do filme Blade Runner,ou 2001 Uma Odisséia no Espaço, ou Inteligência Artificial...poderemos iniciar um caminho de reflexão em busca de nosso lado humano! Onde reivindicar cooperação, participação, solidariedade de um diretor de escola poderá significar um grande salto em direção a uma escola exemplar para nossos filhos e netos! Alienação, na vida real ou virtual é o que menos se espera!
Um educador,ou pais blogueiros,pode significar algo hiper democrático e colaborativo!
O eco que Tais ou outros educadores,ou adolescentes,enfim, que tomam posse desta "nova" mídia,pode e muito cooperar com a interação, com o debate e a cooperação na vida real! Lógico!
Nadia Stabile - 04/02/09
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
O QUE É SOFTWARE LIVRE ? DA WIKIPÉDIA
Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. A liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.
| A Wikipédia possui o(s) portal(is): Portal do Software Livre {{{Portal2}}} {{{Portal3}}} {{{Portal4}}} {{{Portal5}}} |
Índice[esconder] |
[editar] Definição
Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation:
- A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
- A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
- A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);
- A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário atender a alguma restrição imposta pelo fornecedor.
A liberdade de redistribuir deve incluir a possibilidade de se repassar os códigos-fonte bem como, quando possível, os arquivos binários gerados da compilação desses códigos, seja em sua versão original ou modificada. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.
Para que seja possível estudar ou modificar o software (para uso particular ou para distribuir) é necessário ter acesso ao código-fonte. Por isso a disponibilidade desses arquivos é pré-requisito para a liberdade do software. Cada licença determina como será feito o fornecimento do fonte para distribuições típicas, como é o caso de distribuições em mídia portátil somente com os códigos binários já finalizados (sem o fonte). No caso da licença GPL, a fonte deve ser disponibilizada em local de onde possa ser acessado, ou deve ser entregue ao usuário, se solicitado, sem custos adicionais (exceto transporte e mídia).
Para que essas liberdades sejam reais, elas devem ser irrevogáveis. Caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, o software não é livre.
Tais liberdades não fazem referência aos custos envolvidos. É possível que um software-livre não seja gratuito. Quando gratuito, empresas podem explorá-lo comercialmente através do serviço envolvido (principalmente suporte).
A maioria dos softwares livres é licenciada através de uma licença de software livre, como a GNU GPL, a mais conhecida.
[editar] Software Livre e Software em Domínio Público
Software livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante a autoria do desenvolvedor ou organização. O segundo caso acontece quando se passam os anos previsto nas leis de cada país de proteção dos direitos do autor e este se torna bem comum. Ainda assim, um software em domínio público pode ser considerado como um software livre.
[editar] Software Livre e Copyleft
Licenças como a GPL contêm um conceito adicional, conhecido como Copyleft, que se baseia na propagação dos direitos. Um software livre sem copyleft pode ser tornado não-livre por um usuário, caso assim o deseje. Já um software livre protegido por uma licença que ofereça copyleft, se distribuído, deverá ser sob a mesma licença, ou seja, repassando os direitos.
Associando os conceitos de copyleft e software livre, programas e serviços derivados de um código livre devem obrigatoriamente permanecer com uma licença livre (os detalhes de quais programas, quais serviços e quais licenças são definidos pela licença original do programa). O usuário, porém, permanece com a possibilidade de não distribuir o programa e manter as modificações ou serviços utilizados para si próprio.
[editar] Venda de Software Livre
As licenças de software livre permitem que eles sejam vendidos, mas estes em sua grande maioria estão disponíveis gratuitamente.
Uma vez que o comprador do software livre tem direito as quatro liberdades listadas, este poderia redistribuir este software gratuitamente ou por um preço menor que aquele que foi pago.
Como exemplo poderíamos citar o Red Hat Enterprise Linux que é comercializado pela Red Hat, a partir dele foram criados diversos clones como o CentOS que pode ser baixado gratuitamente.
Muitas empresas optam então por distribuir o mesmo produto sobre duas ou mais licenças, geralmente uma sobre uma licença copyleft e gratuita como a GPL e outra sobre uma licença proprietária e paga.
[editar] Movimento Software Livre
[editar] Motivação
Os desenvolvedores de software na década de 70 frequentemente compartilhavam seus programas de uma maneira similar aos princípios do software livre. No final da mesma década, as empresas começaram a impor restrições aos usuários com o uso de contratos de licença de software. Em 1983, Richard Stallman iniciou o projeto GNU, e em outubro de 1985 fundou a Free Software Foundation (FSF). Stallman introduziu os conceitos de software livre e copyleft, os quais foram especificamente desenvolvidos para garantir que a liberdade dos usuários fosse preservada.
[editar] Ideologia: as diferenças entre Software Livre e Código Aberto
Muitos defensores do software livre argumentam que a liberdade é valiosa não só do ponto de vista técnico, mas também sob a ótica da moral e ética. É neste aspecto que o movimento de software livre (encabeçado pela FSF) se distingue do movimento de código aberto (encabeçado pela OSI), que enfatiza a superioridade técnica em relação a software proprietário, ao menos em potencial.
Os defensores do código aberto (também conhecido como Open source em inglês) argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre ao invés das questões morais. A discordância básica dos movimentos está no discurso. Enquanto o foco do movimento encabeçado pela FSF chama a atenção para valores morais, éticos, direitos e liberdade, o movimento encabeçado pela OSI defende um discurso mais agradável ás empresas. Com isso, o movimento de software livre condena o uso e desenvolvimento de software proprietário, enquanto o movimento de código aberto é conivente com o desenvolvimento de software proprietário.
As definições oficiais de software livre e de código aberto são as mesmas, porém escritas de formas distintas. A OSI define o código aberto usando a definição Debian de software livre, que é apenas um detalhamento das 4 liberdades da FSF. Desta forma todo software de código aberto é também software livre.
O movimento software livre não costuma tomar uma posição sobre trabalhos que não sejam software e documentação dos mesmos, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).
Para o Movimento do software livre, que é um movimento social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar sempre disponível, para assim permitir a evolução da humanidade. Já o movimento pelo Código Aberto, que é um movimento mais voltado ao mercado, prega que o software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. O segundo surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de software livre.
Como a diferença entre os movimentos "Software Livre" e "Código Aberto" está apenas na argumentação em prol dos mesmos softwares, é comum que esses grupos se unam em diversas situações ou que sejam citados de uma forma agregadora através da sigla "FLOSS" (Free/Libre and Open Source Software).
[editar] Movimentos Relacionados
Inspirados na GPL e nas propostas do movimento do software livre, foi criado um repositório de licenças públicas, chamado Creative Commons, cujos termos se aplicam a variados trabalhos criativos, como criações artísticas colaborativas, textos e software. Entretanto a maioria destas licenças não são reconhecidas como realmente livres pela FSF e pelo movimento de software livre.
O software livre está inserido num contexto mais amplo onde a informação (de todos os tipos, não apenas software) é considerada um legado da humanidade e deve ser livre (visão esta que se choca diretamente ao conceito tradicional de propriedade intelectual). Coerentemente, muitas das pessoas que contribuem para os movimentos de Conhecimento Aberto — movimento do software livre, sites Wiki, Creative Commons, etc. — fazem parte da comunidade científica.
Cientistas estão acostumados a trabalhar com processos de revisão mútua (ou por pares) e o conteúdo desenvolvido é agregado ao conhecimento científico global. Embora existam casos onde se aplicam as patentes de produtos relacionados ao trabalho científico, a ciência pura, em geral, é livre.
[editar] Software Freedom Day
No dia 20 de setembro comemora-se o Dia da Liberdade do Software (Software Freedom Day) com eventos envolvendo as comunidades de usuários e desenvolvedores de software livre em todo o mundo.
[editar] Softwares Livres notáveis
Abaixo está uma lista com os software livres mais conhecidos e usados:
- Sistemas operacionais: GNU/Hurd, GNU/Linux, BSDs.
- Ferramentas de desenvolvimento GNU:
- Compilador C: GCC.
- Compilador Pascal: Free Pascal.
- Debugger GDB.
- Biblioteca padrão da linguagem: C.
- Editor de texto avançado: Emacs.
- Plataforma de desenvolvimento: Eclipse (programação em Java e PHP) e NetBeans (Programação em C, C++, Java, Python, UML e outras).
- Linguagens de programação: Python,Java, Perl, PHP, Lua, Ruby, Gambas e Tcl.
- Servidores:
- Bancos de dados relacionais: MySQL, Postgres.
- Programas de interação gráfica: GNOME, KDE e Xorg.
- Aplicativos:
- Navegadores Web: Firefox,Konqueror e Google Chrome.
- Pacote de escritório: OpenOffice.org.
- Processadores de texto: OpenOffice.org Writer e AbiWord.
- Editor de apresentação multimédia: OpenOffice.org Impress
- Planilha eletrônica: OpenOffice.org Calc e GNumeric
- Sistema de gerenciamento de banco de dados: OpenOffice.org Base
- CAD, (computer aided design) QCad e Varicad.
- Desenho vetorial: Inkscape, Sodipodi e OpenOffice.org Draw.
- Editoração eletrônica: Scribus e OpenOffice.org Draw.
- Editor de imagens: Gimp.
- Editor web: Aptana.
- EaD, Educação a distância: Moodle
- Gerenciador de Conteúdo (CMS): Opencms, Drupal, Plone, WordPress (CMS muito usado em blogs).
- Modelagem Tridimensional Blender3d, Wings3d
- Renderização (imagem estática): Yafray, POV-Ray
- Acessibilidade: Virtual Magnifying Glass.
- Edição de áudio: Audacity, Ardour
- Edição de partituras musicais: Rosegarden
- Publicação na Internet: SPIP
- Players multimédia: VLC e Mplayer.
- Sistema matemático : Scilab.
- Sistemas de editoração: TeX e LaTeX.
- Sistema wiki: MediaWiki (sistema de wiki da Wikipedia).
- Telefonia: Asterisk.
- Composição de video : Cinelerra, Kino.
Veja listas maiores no diretório da Fundação do Software Livre e em diversos outros sites de projetos na Internet.
[editar] Ver também
| Outros projectos Wikimedia também contêm material sobre este artigo: | |
| Livros textos no Wikilivros | |
- Software Livre nos governos
- GNU
- Richard M. Stallman
- Free Software Foundation
- Free Software Foundation Europe
- Free Software Foundation India
- Free Software Foundation Latin America
- Movimento Software Livre Paraná
- Publicação Aberta
- Fórum Internacional de Software Livre
- Sérgio Amadeu
- Lei de Linus
[editar] Ligações externas
- A identificação da ideologia através da análise do discurso (sobre Software Livre x Código Aberto)
- Página oficial da Free Software Foundation (em inglês)
- Free Software Foundation Latin America
- Associação Nacional para o Software Livre (Portugal)
- LISA - Laboratório para a Iniciativa de Software Aberto (Organização Governamental de Portugal)
- O que é o Software Livre?
- Explicação sobre Tipos de Software
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
PROJETAR!!
talvez seja uma nova forma de repensar tudo...
geralmente uma forma nova,aplicada em conteúdos meio velhos,
podem nos trazer novos conteúdos!
Educadores, professores,geralmente já estão carecas de saber o que é educação!
Mas,digamos que poderemos colocar a educação num outro lugar,é, mudar a educação de casa! colocá-la no ciberespaço! o que poderia acontecer com o contexto da educação?
com os estudantes e com os professores!?
Este contexto virtual, ainda novo para a maioria,coloca-nos em outros padrões...
quais são estes padrões? que formas novas de pensar e agir eles nos trazem?
Ainda que conheçamos as teorias da semiótica, da pedagogia, das ciências humanas em geral!...me parece que chegou a hora de engendrarmos tudo isso e deste processo
chegarmos a algo nunca feito antes na história! se passamos por mudanças cruciais no mundo, em vários aspectos,quem poderá dizer que aprender a lidar com tudo isso,
não está justamente em nossa dedicação e capacidade de entendimento,desta urgente
integração da educação com a cibercultura!? para daí possivelmente surgirem
saídas extraordinárias às grandes questões de nossa época!
Temos muito o que projetar para o nosso presente e para nosso futuro!
Um blog pode contribuir para uma boa conversa entre os colaboradores,
e entre os que o lêem!
Quais ações poderíamos idealizar? Como atuarmos nas escolas, nas empresas para contribuirmos com esta passagem histórica dos brasileiros?
Muitos ainda nem sabem o que é a Internet,qual sua utilidade...enfim,
tenho certeza que está nas mãos dos educadores e professores esta importante
missão,de fazer a ponte,de mostrar a todos as incríveis possibilidades desta nova tecnologia que temos e que precisamos tomar posse o mais rápido que pudermos!
As tecnologias existem para melhorar a humanidade, no início sempre são utilizadas de maneira errada,mal aproveitadas,desperdiçadas!
Temos muito o que caminhar para aproveitarmos com eficiência todas estas potencialidades,junto com o maior número de pessoas que pudermos incluir!
Esta é a Era da cooperação! espero que de uma vez por todas entendamos esta nova mentalidade que ressurge!
Nadia Stabile - 05/12/08
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
MESA REDONDA :EDUCAÇÃO DEMOCRÁTICA:DESAFIOS,PERSPECTIVAS E EXPERIÊNCIAS EM DESENVOLVIMENTO - DIA 4 DE DEZEMBRO NA ESTAÇÃO CIÊNCIA
Educação Democrática: Desafios, Perspectivas e Experiências em Desenvolvimento
Debatedores:
Ana Elisa Siqueira (EMEF Desembargador Amorim Lima)
Lilian Kelian (Cidade Escola Aprendiz)
Geórgia Corrêa (Teia Multicultural)
Helena Singer (Associação Politeia)
Dia 04 de dezembro de 2008, das 19 às 21h30 no Teatro da Estação Ciência/USP(Rua Guaicurus, 1394 – Lapa). Informações e Inscrições (gratuitas) - Secretaria Politeia (secretaria@politeia.org.br ou 11-3803.9805).
www.politeia.org.br
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