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segunda-feira, 23 de março de 2009

A Escola e a Letra": escritores brasileiros e suas influências (livro)

Organizado por Flávio Aguiar e Og Doria, o livro "A Escola e a Letra" (lançamento da Boitempo Editorial), reúne texos de autores brasileiros buscando captar a influência que a escola desempenhou em suas obras. "Quase todo escritor brasileiro tem um professor, um colega, um pedaço de escola a recordar e que aí, ou com esse personagem, se deu algo da escolha de escrever”, resume Flávio Aguiar. "A Escola e a Letra" será lançado dia 19 de março, em Porto Alegre, e dia 1° de abril, em São Paulo.

Redação - Carta Maior

Quais impressões os mais importantes escritores brasileiros levaram da escola? De que forma os processos de aprendizagem pelos quais passaram deixaram marcas em suas obras? As respostas podem ser descobertas na leitura dos cinqüenta textos que compõem o livro A Escola e a Letra, organizado por Flávio Aguiar e Og Doria, e publicado pela Boitempo Editorial.

São contos, crônicas, trechos de romances e memórias que juntos, formam um panorama dos pontos de vista de autores como Machado de Assis, Monteiro Lobato, Mário de Andrade, Jorge Amado, Graciliano Ramos, Érico Veríssimo, Rubem Braga, Clarice Lispector, Osman Lins, Rubem Fonseca, Vinícius de Moraes, Nélida Piñon, Moacyr Scliar, João Ubaldo Ribeiro, Luis Fernando Verissimo, entre outros, sobre a escola.

O livro tem lançamentos marcados para Porto Alegre e São Paulo. Na capital gaúcha, ocorrerá no dia 19 de março (quinta-feira), a partir das 19 horas, no Teatro da Casa de Cultura Mário Quintana (Rua dos Andradas, 736, 6° andar). Haverá leitura de textos por Flávio Aguiar, Luiz Augusto Fischer e Maria Helena Martins. Em São Paulo, o lançamento será no dia 1° de abril, na Choperia do Sesc Pompéia (Rua Clélia, 93, Pompéia), com leituras de Flávio Aguiar, Afonso Romano de Sant'Anna, Boris Schnaiderman, Ivan Angelo e Roniwalter Jatobá.

Dividido em quatro partes, o livro está organizado em blocos, por data de publicação dos textos em livros e jornais. São eles:

I – Antes de tudo o mais, que focaliza os povos nativos antes da chegada dos europeus, embora por meio de um texto literário escrito posteriormente;

II – Os tempos coloniais, com textos que vão do século XVI ao final do XVIII;

III – O Império, no qual se encontram textos sobre o tempo em que este era o regime vigente no Brasil, escritos durante o período ou depois dele;

IV – A República, com textos que abrangem as diferentes fases e ditaduras compreendidas dentro do período republicano, de sua instauração aos dias de hoje.

Nas palavras de Flávio Aguiar: “O leitor que empreender a travessia desses textos em seu conjunto sairá com a impressão de que quase todo escritor brasileiro tem um professor, um colega, um pedaço de escola a recordar e que aí, ou com esse personagem, se deu algo da escolha de escrever”.

"A Escola e a Letra" tem projeto gráfico de Ricardo Ohtake e foi padronizado pelas regras do novo acordo ortográfico.

Trecho da apresentação de Flávio Aguiar

“Seja por que prisma for, irônico, trágico, cômico ou lírico, a evocação da escola aparece na pena (hoje teclado ou tela) de um grande número de escritores como a renovação de um compromisso de origem dentro de um processo geral de mudança ou modernização, assolados que somos por tais esforços desde os tempos coloniais.”

Ficha técnica
Título: A Escola e a Letra
Organização: Flávio Aguiar e Og Doria
Projeto gráfico: Ricardo Ohtake
Apresentação: Flávio Aguiar
ISBN: 978-85-7559-114-7
Preço: R$ 49,00

FONTE : http://www.boitempoeditorial.com.br/publicacoes_imprensa.php?isbn=978-85-7559-114-7&veiculo=Agência%20Carta%20Maior

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O que é um podcast? Jovem Nerd na Campus Party 2009



www.numclique.net
O cara do "maior podcast do mundo" explica o que diabos é um podcast. A gente tem que perguntar pra quem sabe, mesmo que a pergunta pareça completamente idiota!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

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Edição mundial do Fórum de Mídia Livre começa hoje em Belém do Pará

Henrique Costa - Observatório do Direito à Comunicação
23.01.2009


Coletivos, blogueiros, movimentos sociais, acadêmicos, ONGs e ativistas de várias partes do mundo se reúnem nos dias 26 e 27 no Fórum Mundial de Mídia Livre, que acontece junto ao Fórum Social Mundial (FSM), em Belém do Pará. Sob a identidade do “midialivrismo” e evocando a militância contra-hegemônica, o evento pretende debater e, ao mesmo tempo, praticar formas de comunicação alternativa.

O primeiro Fórum de Mídia Livre ocorreu no Rio de Janeiro em junho de 2008 e contou com a participação de cerca de 500 ativistas, exaltando a pluralidade de experiências e de propostas. Desta vez, a integração ao FSM fomenta a expectativa de que participantes do Brasil e de outros países reflitam sobre a garantia do direito à comunicação através da colaboração entre os diversos veículos alternativos e à luz das novas tecnologias.

“Vamos tentar dar um caráter mundial para o evento, pois contaremos com mais de uma centena de países”, conta Renato Rovai, editor da Revista Fórum e um dos impulsionadores do Fórum de Mídia Livre. Diante da necessidade de enfrentar uma das maiores concentrações de propriedade de mídia do mundo, diz Rovai, torna-se imperativo construir novas redes de produção e troca de conteúdos. “O evento é promovido por veículos de comunicação que não se reconhecem na mídia tradicional.”

Entre eles há várias definições, como descreve Rita Freire, editora da Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada e integrante do GT de comunicação do FSM. “São as mídias alternativa, comunitária, popular, independente, enfim, que estão fora do mercado. Elas vão discutir como defender o direito à comunicação, discutir políticas públicas, marcos regulatórios.”

De fato, é a heterogeneidade a principal característica tanto do FSM, quanto do Fórum de Mídia Livre. É a idéia de construir novos canais de disputa da hegemonia da informação, no entanto, que reúne uma diversidade rara de militantes e organizações. “Muitas pessoas estão se reconhecendo como fazedores de mídia”, conta Ivana Bentes, professora da Escola de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Desafios da mídia livre

Como resultado desse esforço, o Fórum de Mídia Livre promoverá duas mesas de debate e um seminário, tentando abranger os desafios da mídia livre, como a ampliação da comunicação compartilhada e de formas de aumentar a capacidade e abrangência destas redes de informação. Rovai acredita que o movimento atual já é um “ponto crítico da mídia tradicional”. Significa, para ele, que a grande mídia não consegue mais ignorar a profusão de informações por diferentes atores.

Ivana concorda e acredita que é necessário fortalecer a mídia livre apontando para um novo contexto nas comunicações. “Temos muitas iniciativas, mas que ainda não se comunicam entre si.” Nesse caso, impõe-se como desafio “articular-se mantendo a singularidade de cada um”.

Para o Fórum de Mídia Livre, é o momento para reconhecer outras redes para além do Brasil e da América Latina. A crise econômica é o pano de fundo para estas e outras discussões que se darão em Belém. Em um dos debates, é a própria atuação da mídia corporativa diante do caos sócio-econômico, do qual também é cúmplice, que estará no foco das atenções.

Colaborativo

Durante o Fórum Social Mundial, será através de uma rede aberta de cobertura conjunta entre as mídias não-comerciais que o evento se comunicará com o mundo. Esta experiência de comunicação colaborativa vem se aperfeiçoando com a seqüência de FSMs e será tema de um seminário no Fórum de Mídia Livre.

“Estamos discutindo a construção de modelos alternativos num contexto de destruição dos recursos do planeta e, por outro lado, buscando valorizar as diferentes culturas”, conta Rita. Exercício que sugere a superação do modelo mercadológico e que pretende “eliminar o recorte da competição entre os meios de comunicação”. Para a militante da Ciranda, a colaboração é o caminho para o embate com a mídia comercial. “Sem competição e lucro, o mercado não vive.”

Perpectivas

Após o I Fórum de Mídia Livre, em 2008, e desta sua edição mundial, é inevitável imaginar quais serão os resultados e as perspectivas em relação à afirmação da mídia livre resultantes da ação de um conjunto tão amplo de atores e diante da urgência pela democratização da comunicação no país. Alguns sites e blogs brasileiros têm sido bem sucedidos na iniciativa de expor algumas pautas e publicizar opiniões sobre temas polêmicos de maneira mais democrática do que o olhar enviesado da mídia comercial.

Com efeito, Renato Rovai sugere que esta seria uma “conquista subjetiva” da mídia livre. “Economia solidária e software livre, por exemplo, não se discutia na mídia tradicional”, lembra. Mas esta sensibilização é, naturalmente, difícil de ser medida e não é, necessariamente, resultado de uma articulação coletiva, de modo que é possível destacar outros resultados concretos.

Por exemplo, em Belém será apresentado aos participantes do Fórum Social Mundial o edital para os Pontos de Mídia Livre, nos mesmos moldes dos Pontos de Cultura criados pelo Ministério da Cultura, idéia que foi delineada pelos participantes do FML no Rio. Com o edital, o MinC premiará 60 iniciativas de comunicação compartilhada, incluindo sites, rádios, fanzines, blogs, TVs, estúdios de produção de áudio e vídeo e outras mídias.

“É o reconhecimento de quem está fazendo mídia fora do campo corporativo”, opina Ivana Bentes sobre o edital. A professora, porém, acredita que deve haver mais políticas públicas permanentes que dêem sustentabilidade a esta mídia não-comercial.

Este passo, para Ivana, seria dado com a realização da Conferência Nacional de Comunicação, reivindicação permanente das organizações da sociedade civil. “O Fórum de Mídia Livre é um bom momento para pressionar para sua realização”, concorda Rita Freire. A conferência seria, no caso, a condição para uma transformação estrutural da realidade das comunicações no Brasil através de novos marcos regulatórios.

Verbas para todos

Outra questão que envolve diretamente o governo federal e que incidiria sobre os veículos de comunicação não-comerciais é a destinação de verbas para publicidade estatal. É consenso entre os participantes do evento que o dinheiro público não pode ser monopolizado pelas grandes empresas em detrimento de veículos “que não aceitam dinheiro de corporações”, como destaca Rita em relação à mídia livre. Rovai acredita que os grandes veículos “não informam mais sozinhos” e que é hora de os midialivristas terem seu valor finalmente reconhecido.

FONTE: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=4616

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

FILE 2009 CALL FOR ENTRIES

January 1st to March 10th, 2009

FILE - Electronic Language International Festival complete 10 years of existing and it is opening registrations for its tenth edition that will be held at Sesi Paulista's cultural space, in Sao Paulo, Brazil, in the period from July 27 to August 31, 2009.

Subscriptions are open from January 1st to March 10th, 2009. They are free and open to professionals, researchers and students of the electronic language.

For more information visit: http://www.file.org.br/file2009/eng/index.php


FILE, the major art and technology festival in Brazil and Latin America, as well as one of the most renowned events in the world in this area, for nine years has inserted the country in the global context of art and technology, or media art, performing a compilation of the artistic productions in the fields of electronic and digital arts, and working as an indicator of those productions' plurality.


Given the diversity of digital culture, FILE is an event that nests several festivals, which occur simultaneously: electronic sonority, games festival, innovations festival and etc. Moreover, FILE offers an international symposium, an archive with more than 2,000 works and a laboratory for the production and development of new works, FILE Labo.(...)

LEIA MAIS EM:http://www.file.org.br/

"CAMPUS PARTY" - COMEÇOU ONTEM!! 19 DE JANEIRO E VAI ATÉ DOMINGO!!

Uma porta para o conhecimento digital

Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997 na Espanha, que reúne durante sete dias milhares de participantes com seus próprios computadores procedentes de diversos países, com a finalidade de compartilhar curiosidades, trocar experiências e realizar todo tipo de atividades relacionadas a tecnologia, a cultura digital e ao entretenimento em rede.

Campus Party Brasil

Pela Campus Party já passaram convidados de destaque como o astronauta Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua, em 1969, Eveline Herfkens, coordenadora geral da Campanha dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas, Stephen Hawking, o grande físico britânico que, através de um vídeo, inaugurou a edição do evento no seu décimo aniversário.

Os participantes da Campus Party mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro das instalações do evento. Lá encontram uma completa infra-estrutura de serviços, lazer, higiene, segurança, alimentação e, principalmente, tecnologia. Durante uma semana a Campus Party transforma-se na casa de todos.

Participam do evento estudantes, professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários e curiosos. Todos buscam as últimas novidades tecnológicas, a troca livre de conteúdos e o compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital.

É um público composto por líderes de comunidades on line extremamente ativas na sociedade em rede, com enorme poder de formar opinião e criar tendências. Um público de vanguarda,
trendsetter, que antecipa o futuro da nova economia e os caminhos da tecnologia da informação.

Após 12 edições na Espanha a Campus Party iniciou em 2008 seu processo de internacionalização. E o Brasil foi o primeiro País escolhido para receber a maior festa mundial da internet. Também em 2008 foram realizadas edições do evento na Colômbia e em El Salvador, dentro da Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado. Em 2009 e evento pretende se expandir por diversos países da América Latina.


-Área 1: Arena, Lazer e Serviços - Área 2: Expo e Inclusão Digital


O evento é dividido em três grandes zonas:

  • - Área 1: Arena, Lazer e Serviços
  • - Área 2: Expo, Campus Futuro e Praça de Alimentação
  • - Área 3: Inclusão Digital

A maior festa mundial da Internet volta a São Paulo!

Campus Party Brasil 2009


Prepare seu computador, sua mochila e reserve na agenda a semana de 19 a 25 de janeiro de 2009! Mais uma vez a cidade de São Paulo vai receber milhares de internautas do Brasil e do mundo para participar da Campus Party, maior encontro mundial integrando tecnologia, conteúdos digitais e entretenimento em rede.

Desta vez o evento vai se instalar no Centro Imigrantes, em uma área de 38.000m2 totalmente reservada para os campuseiros.

O Futuro está de volta ao Brasil.. Inscreva-se e garanta sua participação nesta grande festa do conhecimento!

LEIA MAIS EM:
FONTE: http://www.campus-party.com.br/index.php/oevento.html

domingo, 7 de dezembro de 2008

"DESENTUBE-SE" FESTIVAL DE VÍDEO TELA DIGITAL DA TV BRASIL

TV Brasil faz concurso com produtores de vídeos independentes

As inscrições para a disputa promovida pela TV Brasil com produtores dos melhores vídeos independentes estarão abertas a partir desta sábado, dia 6, no site www.teladigital.org.br.Além do prêmio de R$ 15 mil para o melhor vídeo eleito pelo júri e para o melhor video eleito pelo público, a emissora exibirá os conteúdos a partir a partir de 14 de fevereiro, na estréia do programa "Festival de Video Tela Digital", um semanal com 26 episódios, na primeira temporada.
Os trabalhos, que podem ser realizados com câmeras de vídeo e de foto digital, celulares e animação por computação, devem ser inéditos e ter de 3 a 8 minutos de duração, incluindo os créditos.

INFORME-SE : http://www.teladigital.org.br/templates/Home.aspx

ASSISTA OS VÍDEOS DA CAMPANHA : http://www.teladigital.org.br/templates/Player.aspx?contentId=3295

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

MESA REDONDA :EDUCAÇÃO DEMOCRÁTICA:DESAFIOS,PERSPECTIVAS E EXPERIÊNCIAS EM DESENVOLVIMENTO - DIA 4 DE DEZEMBRO NA ESTAÇÃO CIÊNCIA

MESA REDONDA:
Educação Democrática: Desafios, Perspectivas e Experiências em Desenvolvimento

Debatedores:
 Ana Elisa Siqueira (EMEF Desembargador Amorim Lima)
 Lilian Kelian (Cidade Escola Aprendiz)
 Geórgia Corrêa (Teia Multicultural)
 Helena Singer (Associação Politeia)

Dia 04 de dezembro de 2008, das 19 às 21h30 no Teatro da Estação Ciência/USP(Rua Guaicurus, 1394 – Lapa). Informações e Inscrições (gratuitas) - Secretaria Politeia (secretaria@politeia.org.br ou 11-3803.9805).
www.politeia.org.br

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