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sexta-feira, 2 de julho de 2010

NPPI - Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática (MANIPULAÇÕES DA GRANDE IMPRENSA E ETC)

Viciados em Internet conversam para superar doença - Matéria da Folha de São Paulo

Pais deve ficar atentos aos sinais de sedentarismo - Matéria do "Estadão", caderno "Link"
Jovem obeso se refugia diante do PC - Matéria do "Estadão", caderno "Link"
Consulta psicológica já é realidade no mundo virtual - Matéria do jornal "Nippo-Brasil"
Ingenuidade ou prazer em ser visto? - Matéria do site "Universia"
Mundos Virtuais - Matéria do site "Universia"

NERD - de alienados a articulados - Matéria do "Jornal do Comércio"
Terapia a distância ganha regras - Matéria do jornal "Estado de São Paulo"
A nova geração conectada - Matéria da revista "Época"
Os limites entre trabalho e lazer - Matéria do jornal "O Estado de São Paulo"
Eles não conseguem viver sem internet - Entrevista ao jornal "O Estado de São Paulo"
Tá tudo vigiado - Matéria publicada na Revista Isto É
Namoro pela internet - Matéria vinculada com o programa "Mais Você"
www.futilidade.com - Matéria publicada na Revista Isto É
Estudos destacam lado bom dos games, mas alertam contra excessos - Matéria publicada na Folha de S. Paulo
São Paulo debate projeto para regulamentar LAN Houses - Matéria publicada na Folha de S. Paulo
Caleidoscópio virtual - Matéria publicada na Revista Isto É
Perca o receio de usar o computador - Matéria publicada na Folha de S. Paulo
Confira opinião de educadores sobre internet na infância - Matéria publicada na Folha de S. Paulo
Sites trazem dicas para os pais sobre perigos da internet - Matéria publicada na Folha de S. Paulo
Voluntários testam a psicoterapia on-line - Matéria publicada naFolha de S. Paulo
Armadilha digital - Matéria publicada no Planeta Jota
Computador ? Nem pensar - Matéria publicada no Site Aprendiz
Clínica Psicológica orienta adolescentes on line - Matéria publicada na Folha de São Paulo


NPPI - Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática

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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Racismo: ´Estadão´ queria alguém contra as cotas, mas errou na fonte; gringo defendeu cotas e Cuba

por Rodrigo Vianna

- Fonte: O Escrevinhador -



Em Debate


RacismoParte da elite brasileira detesta essa história de cotas. Há um jornalista, à frente da Redação da TV Globo, que jura não haver racismo no Brasil. Até aí é problema dele. Mas o sujeito insiste em pautar "reportagens" que comprovem essa tese.

A Globo tem duas ou três "fontes marcadas para falar" exatamente aquilo que o diretor de jornalismo quer ver no ar. São "especialistas" que defendem a mesma tese: o racismo no Brasil não existe, e estabelecer cotas é que vai "insuflar" o racismo nessa nossa sociedade doce, tranquila, onde impera a "democracia racial".

Entenderam? Racismo não existe. Cotas é que vão criar racismo.

A "tese" é exposta seguidamente, nas "reportagens" da Globo, por uma socióloga do Rio de Janeiro e por um geógrafo paulista que tem opinião sobre tudo!

Para não parecerem insensíveis, esses "especialistas" (sob patrocinio permanente do Ratzinger do jornalismo global) costumam defender que o certo é "educação de qualidade para todos", assim brancos pobres e negros pobres ganhariam o direito a um futuro melhor.


Então, tá. A gente vai ficar esperando. Ou melhor: a gente não vai esperar, porque a sociedade brasileira resolveu investir nas cotas. Para horror da turma do Leblon e Higienópolis.

A idéia dos que defendem cotas é a seguinte: educação de qualidade é pressuposto, serve para negros e brancos. Serve no longo prazo. E serviria mais ainda se essa fosse uma sociedade menos desigual. As cotas, por outro lado, dão um empurrãozinho a mais para aqueles que saem em desvantagem nessa corrida: os negros e seus descendentes, que foram escravizados durante mais de 3 séculos. Trata-se de fazer Justiça: trata-se de oferecer ferramentas diferentes para quem parte de condições diferentes.

A turma anticotas aceita, no máximo, no máximo, "umas cotas para pobres".

Até entendo: assim, não se mexe na velha ferida do racismo, nas memórias dos navios negreiros. Assim, não se atiçam velhas culpas, nem velhas perversidades. Assim, brancos e negros seguem irmanados pela "lei", que trata a todos com igualdade nessa doce terra. Certo?

O "Estadão" (aquele jornal meio decadente de São Paulo), que eu saiba, também é contra as cotas. Mas isso não impediu o jornal de entrevistar um professor dos Estados Unidos que desmonta a tese de Ratzinger e seus asseclas.

Veja um trecho (a pergunta do repórter embute a tese da turma anti-cotas; e a resposta, direta, ajuda a desmontar a tese).
"(P) - Críticos das cotas para negros dizem que elas teriam o efeito colateral de "fomentar o ódio racial". O Brasil correria o risco de ser repartido em etnias. O sr. concorda?

Conforme dados oficiais do IBGE nos últimos 30 anos, o Brasil efetivamente já é uma sociedade bicolor. Pardos e pretos experimentam níveis de desigualdade e discriminações bastante parecidos e o IBGE juntou os dois grupos numa só categoria de ?negros?. Criar um sistema de cotas dividido em brancos e negros seria reconhecer a realidade social e racial do país. A sociedade brasileira não pode deixar de responder às marcadas e seculares desigualdades raciais que a afligem. "

Sugiro que vocês leiam a entrevista na íntegra. Até para notar como é confusa a edição feita pelo jornal.

O título (e o texto de abertura) dão a entender que o especialista é contra as cotas para os pobres. Mas o que ele afirma é diferente: "cota para pobres não vai resolver os problemas enormes dos afro-brasileiros que estão na luta para entrar, ou avançar, na classe média". Ou seja: cota para pobre não basta, seria preciso ir mais longe, combinar vários tipos de ação afirmativa.

O título escolhido pelo jornal deixa tudo na dúvida. Foi proposital?

racista_eu_de_jeito_nenhum''COTA PARA POBRE NÃO RESOLVE PROBLEMA''

George Reid Andrews, historiador e autor de livros sobre o Brasil, defende ações afirmativas e concorda com as decisões judiciais, mas faz algumas ressalvas

Felipe Werneck, RIO

A recente liminar do Tribunal de Justiça do Rio que suspendeu o sistema de cotas no Estado, considerado inconstitucional, segue decisão semelhante de 1978 da Corte Suprema Federal dos EUA, diz o historiador George Reid Andrews, professor da Universidade de Pittsburgh e autor de livros sobre o Brasil. Ele afirma concordar com as decisões judiciais e avalia que uma eventual cota para pobres, e não para negros, "teria os mesmos problemas".

Reid é a favor de ações afirmativas, mas não necessariamente na forma de cotas. O brasilianista sugere uma combinação de medidas e afirma que o país latino-americano mais bem sucedido no combate a essas desigualdades é Cuba. Para ele, apesar do número relativamente pequeno de ativistas, o movimento negro foi responsável por "conquistas extraordinárias" ocorridas no País nos últimos anos.

"Questionaram a imagem dessa sociedade como uma democracia racial e convenceram os presidentes recentes (FHC e Lula) a reconhecerem a realidade das desigualdades e discriminações raciais e a proporem políticas para combater esses problemas, algo absolutamente impensável no País dos anos 80."

Reid é autor dos livros "Negros e Brancos em São Paulo, 1888-1988" (Edusc) e "América Afro-Latina, 1800-2000", sua publicação mais recente, editada no País pela EdUFSCar.


- O Tribunal de Justiça do Rio considerou inconstitucional a lei de cotas adotada em universidades do Estado. No Brasil ainda se discute uma lei federal sobre o tema e uma das propostas é a criação de uma reserva para pobres. Como o sr. avalia?

Como uma opção bem interessante. Uma das conclusões de Afro-América Latina é que o país latino-americano mais bem-sucedido no combate às desigualdades raciais é Cuba. O censo cubano de 1981 mostrou a ilha como a sociedade mais racialmente equitativa - nos índices de expectativa de vida, educação, emprego, estado civil, etc. - das Américas. E essa igualdade se alcançou inteiramente por meio das políticas universais dirigidas às classes pobres cubanas. Mas vejo também dois pontos contra uma política de cotas para os pobres. Primeiro, sou muito a favor das ações afirmativas, mas não necessariamente na forma de cotas. Uma cota para pobres teria os mesmos problemas que para qualquer outro grupo. Segundo, uma cota para pobres não vai resolver os problemas enormes dos afro-brasileiros que estão na luta para entrar, ou avançar, na classe média. Para mim, o estudo mais importante do problema racial no Brasil nos últimos anos é ?Racismo à brasileira?, de Edward Telles.

- De que forma esse debate ocorreu nos EUA?


Os EUA adotaram uma política oficial de ações afirmativas em 1965, por ordem do presidente Johnson. Essa política foi estendida por Nixon em 1969, cujo Departamento de Trabalho mandou que as empresas privadas contratadas pelo governo empregassem uma certa porcentagem de negros. Nos anos 70, esse sistema de cotas foi adotado por muitas agências governamentais, empresas privadas e universidades. Em 1978, a Corte Suprema Federal considerou inconstitucional o sistema de cotas raciais na seleção de alunos para universidades. O julgamento acabou com esse sistema, mas deixou aberta a possibilidade de se levar em conta a raça como um critério na seleção de candidatos. Em 2003, mais uma vez ficou determinado o uso da raça como um dos critérios na seleção.

- Críticos das cotas para negros dizem que elas teriam o efeito colateral de "fomentar o ódio racial". O Brasil correria o risco de ser repartido em etnias. O sr. concorda?

Conforme dados oficiais do IBGE nos últimos 30 anos, o Brasil efetivamente já é uma sociedade bicolor. Pardos e pretos experimentam níveis de desigualdade e discriminações bastante parecidos e o IBGE juntou os dois grupos numa só categoria de ?negros?. Criar um sistema de cotas dividido em brancos e negros seria reconhecer a realidade social e racial do país. A sociedade brasileira não pode deixar de responder às marcadas e seculares desigualdades raciais que a afligem.

- Qual foi o impacto das políticas de ações afirmativas?

Minha hipótese seria que os impactos das políticas de ação afirmativa foram muito significativos, especialmente no contexto de uma sociedade saindo da experiência histórica da segregação racial. Uma das conclusões foi que políticas parecidas poderiam ter impactos significativos no Brasil, no sentido de reduzir as desigualdades raciais.

- Gilberto Freyre ainda é muito estudado nos EUA?

Muito. Nos últimos anos ele tem experimentado uma reavaliação e ressurgimento acadêmico notável, tanto nos EUA quanto no Brasil. Não é muito frequente que um autor continuar tão citado quase um século depois de sua atuação. Um motivo para essa relevância é sua experiência de ter saído do país para vê-lo de fora.

Matéria original: Racismo: ´Estadão´ queria alguém contra as cotas, mas errou na fonte; gringo defendeu cotas e Cuba

http://www.geledes.org.br/index.php?option=com_content&view=section&layout=blog&id=5&Itemid=50

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mistério no campus da USP - Gilberto Dimenstein

23/03/2009
Gilberto Dimenstein
da Folha Online

Há um mistério no campus da USP --e, por esse mistério, se vê como é difícil melhorar a educação pública, mesmo nas situações mais favoráveis.

Seria óbvio que a Escola de Aplicação da Faculdade de Educação, encravada no campus, cercada de tantos e tão magníficos recursos, tivesse um desempenho brilhante se comparada aos demais colégios da rede estadual. Ainda mais porque boa parte dos alunos daquela escola são filhos de funcionários e de professores.

Pinçando os números dos IDESP, notei que eles estão, no ensino médio, em 10º lugar numa lista apenas da cidade de São Paulo --volto a repetir, apenas da cidade.

O mistério se agrava porque não é um problema novo. Já escrevi sobre o péssimo exemplo que era uma faculdade de educação da mais renomada universidade do país gerenciar uma escola pública que não fosse uma das melhores do Brasil, mesmo comparadas com as privadas. Mesmo entre as públicas, não é a melhor nem no Estado nem na cidade --e nem na sua região dentro da cidade, onde é superada por colégios que não têm a chance de escolher seus alunos.

Por que, diante da repercussão das notícias em anos anteriores, não conseguiram fazer um esforço concentrado? Por que não envolveram outras faculdades dos campus? Por que não encontraram meios de transformar os laboratórios da USP em extensão de suas salas? Por que não envolveram voluntários entre os universitários?

Se na USP, que é USP, é assim, imaginem como estão as faculdades de educação no Brasil --e como o caminho para um bom ensino público é mais árduo do que se imagina.

Curioso é que acadêmicos daquela faculdade são chamados, pela mídia, para fazer críticas sobre a educação. Por que não começam a mudar a escola que gerenciam e que deveria servir de um laboratório para o resto do país? Ou, no mínimo, para seu bairro.

Como se vê no IDESP, lugares com muito menos recursos foram muito mais longe.


Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

E-mail: palavradoleitor@uol.com.br

FONTE : http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u538930.shtml

segunda-feira, 23 de março de 2009

ABSURDO TOTAL NA CAMPANHA TELEVISIVA DO "TODOS PELA EDUCAÇÃO"

Voltei só para comentar o absurdo que ouvi numa das últimas propagandas do "TODOS PELA EDUCAÇÃO". A moça com cara e traje de normalista da década de 40 ou 50
para ser um pouco menos cruel, simplesmente é focalizada em closed para dizer :
" Diretor,programe o reforço escolar de seus alunos" está na constituição e coisa e tal... respondam-me, como o diretor poderia fazer o reforço sem verba? como contrataria pessoal preparado para esses reforços!?
Será que a normalista que aterrissou aqui trazida pela máquina do tempo de um passado distante, saberia decifrar este enigma!?

Nadia Stabile - 23/03/09

PAPAGAIOS DE TODO TELEJORNAL PODERIAM SER BEM ENCAMINHADOS!

A música "Classe Média" do compositor e intérprete Max Gonzaga,que venceu um festival na Tv Cultura, diz que a classe média é papagaio de todo telejornal. Mas não é só a classe média que faz isso! sabemos bem!
Talvez a classe média tivesse mais capacidade para além de ser papagaio ser um pouco mais crítica! é o que se supõe, mas não é a realidade! talvez as pessoas de classes mais baixas teriam até muito mais condições para serem críticas,por terem mais vivências difíceis, e então teriam mais sabedoria de vida!
Mas o que quero escrever aqui hoje tem a ver com o aproveitamento destes papagaios!
Imaginem que fatos sobre nossa educação chegassem aos ouvidos desses papagaios! e que estes fatos fossem alarmantes, muito alarmantes mesmo! para os boatos correrem como mísseis entre as pessoas!! digamos que seria um verdadeiro golpe de marketing daqueles bem escabrosos! com isso deixaríamos as pessoas com suas orelhas em pé!!
Mas como fazer isso sem utilizar a mídia de massa!?
Como poderíamos colocar as pessoas pra pensar sobre educação!?
Para pensarem sobre suas próprias formações educacionais também!

Me parece que os educadores talvez tenham de assumir, mais do que nunca,seus papéis de comunicadores!
Proponho para os leitores deste blog e para os colaboradores que pensemos saídas para mobilizarmos a população!
Por exemplo, esta ideia aqui surgiu por causa da proposta de alguns daqui sobre mobilizar o povo em relação ao tal projeto do Senador Cristóvão Buarque, que pretende que os dependentes dos políticos estudem em escolas públicas.
Alguns alegam ser um verdadeiro disparate isto ainda não ocorrer e que seria comparável a um dono de restaurante que nunca almoça em seu restaurante!

Brasil, o país das grandes piadas!

Nadia Stabile - 23/03/09

quarta-feira, 18 de março de 2009

Para discutir sustentabilidade com crianças.

Este comercial argentino é um bom gancho para uma conversa sobre atitudes individuais de sustentabilidade com crianças. Ele mostra de forma bem concreta que somos todos responsáveis pelo meio ambiente e que precisamos rever nossos hábitos, mesmo os mais inocentes, se quisermos viver em um planeta saudável para todos os seres vivos.

sábado, 14 de março de 2009

folhas de papel de arroz

uma das experiências mais legais na minha adolescência
era assistir à série televisiva Kung Fu junto com meu pai.
ele se divertia muito com as histórias geniais em que
David Carradine era o protagonista!
meu pai era um homem rude,ou nem tanto...
não andava à cavalo quando íamos para Campos do Jordão em férias,
porque dizia ter pena dos pobres animais!
e ao mesmo tempo mostrava-se revoltado e altamente indignado com
absurdos,injustiças e aí punha-se a relembrar os feitos de Stalin,
as pessoas que eram colocadas contra os paredões e metralhadas!
dizia ele que para certas coisas não há saídas além dessa!

porém,quando meu pai assistia Kung Fu,eu chegava a sentir
o enorme senso de justiça e humanidade que existia dentro dele!
pois chegava mesmo a sentir-se o próprio Kung Fu... ao ir a favor da força
do oponente e assim desequilibrá-lo,desbancá-lo...
Kung Fu nesta série simbolizava para mim e para meu pai,uma grande saída para a humanidade consertar-se! e o mais importante! sem destruição, sem violência gratuita, sem agressões, mas utilizando a verdadeira filosofia oriental de vida!
o protagonista era um "nômade",um grande caminhante que por onde passava,
resolvia vários problemas locais! e além de tudo ele sabia caminhar sobre folhas de papel de arroz sem rasgá-las! isto simbolizava para mim algo muito especial!
e hoje muito mais!... para meu pai...talvez isto tivesse muito a ver com seu amor pela natureza,com sua postura inconformada das atitudes destrutivas
dos homens em prol da ganância! as folhas de papel de arroz que também servem pra se fazer xilogravuras,são mesmo muito frágeis e delicadas,e talvez meu pai as rasgasse só de pegá-las!

é incrível constatar como uma boa série televisiva pode marcar nossas vidas!
e como os meios de comunicação poderiam ser muito bem utilizados!

Nadia Stabile - 14/03/09

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Críticas à Educação


Por que um economista se arvora a criticar a educação deste pais?

Na Folha de São Paulo, do dia 14 de fevereiro, na seção Tendencias/ Debates, o sr. Naercio Aquino Menezes Pinto, formado em Economia, pretendeu responder à pergunta: Como melhorar a qualidade da Educação? Seu primeiro argumento para explicar o porquê dos alunos que saem da 4a. serie não sabem ler e fazer contas fica por conta da suposta ignorancia ou incapacidade, tanto de professores, quanto de alunos em ensinar e aprender.Em seguida, são os pais que, por não terem acordado quanto à importancia da educação, sabem pouco e, assim, não podem ensinar aos filhos.
Muito mais interessante,é a referencia a uma pedagogia da "paz, amor e esperança" sobre a qual o autor não dá maiores informações(será que está falando de Paulo Freire?), dizendo que todo mundo sabe que ela não funciona. Daí passa a reprovar a formação de professores que nas faculdades de pedagogia ( não existem outras licenciaturas?)usam seu tempo debatendo sobre os grandes pensadores da educação (sobre o que debateriam?)em vez de aprender a dar aulas.
Além disso tudo, como se não bastasse, os professores, a seu ver, funcionariam muito melhor se recebessem por produtividade ( será que ele não sabe que já ultrapassamos a educação bancaria a que o grande Paulo Freire se referia?).
Sobre a existencia de professores temporarios, "sinal de que alguma coisa está errada", segundo o autor, justifica-se porque os sindicatos não estão preocupados com a aprendizagem dos alunos, já que se novos e bem preparados professores fossem para a sala de aula, os sindicatos perderiam seus eleitores, além de que seus interesses são contrarios aos da sociedade.
Finalizando, o autor reforça que todos esses problemas prejudicam mais os alunos pobres, em primeira instancia.Para não me alongar em explanações sobre todos esses equívocos desse senhor, pergunto: Por que o senhor não estuda, ao menos, a historia da Educação? Só a do Brasil já daria para começar um debate com a maioria dos professores deste pais.

Por: Joyce Sanchotene

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

"BRONCA DE MÃE...!!!" - GENIAL TEXTO DE TAIS!!

Tais, como mãe,é um membro deste blog,fundamental! Ela conhece bem sua realidade e a realidade da escola de seu filho!(eu já tenho filho grandinho!rsrsrssss)
Mas todos sabemos que as mulheres sempre interagem mais nas comunidades onde vivem, do que os homens! e esta interação que Tais relata, nos trás fortes sinais de que talvez a mentalidade cada vez mais interativa da Web 2.0,esteja migrando para a nossa realidade! além é claro da forçosa interação originária de nossa crise!
Frase antiga dizia: "O SOFRIMENTO UNE" , coisa que a antiga classe média cheia de "farturas" não conhecia e só achava interessante exclamar como papagaios...referindo-se ao que a classe mais pobre já passava!(anos 70)
Esta Web 2.0, que propõe uma interação muito maior do que a antiga web,que chegou a nos surpreender com uma possível biblioteca universal e gigantesca, hoje nos surpreende pelas incríveis possibilidades de exposição e interação social!
As redes sociais e os "Seconds Lifes" chegam a nos fazer imaginar que o contato real entre as pessoas possa um dia desaparecer! O limite entre o homem e a máquina surge como algo a ser necessariamente repensado,filosofemos sobre ele!
Se nos lembrarmos do filme Blade Runner,ou 2001 Uma Odisséia no Espaço, ou Inteligência Artificial...poderemos iniciar um caminho de reflexão em busca de nosso lado humano! Onde reivindicar cooperação, participação, solidariedade de um diretor de escola poderá significar um grande salto em direção a uma escola exemplar para nossos filhos e netos! Alienação, na vida real ou virtual é o que menos se espera!
Um educador,ou pais blogueiros,pode significar algo hiper democrático e colaborativo!
O eco que Tais ou outros educadores,ou adolescentes,enfim, que tomam posse desta "nova" mídia,pode e muito cooperar com a interação, com o debate e a cooperação na vida real! Lógico!

Nadia Stabile - 04/02/09

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

##AVISO AO SITE DA GLOBO!!! ESTE CONTEÚDO NÃO ESTÁ SENDO UTILIZADO COMERCIALMENTE E NEM PROFISSIONALMENTE!!

BLOGUEIROS SÃO FILÓSOFOS IDEALISTAS(alguns)!! ESTÃO ABAIXO DOS RELÓGIOS QUE USAM PILHAS PARA FUNCIONAR! Nadia Stabile - 29/01/09 (este é meu nome mesmo, embora eu tenha homônimos!)
MAIS UM AVISO AO SITE EM QUESTÃO : A RESPONSÁVEL POR ESTA COLAGEM DE MATÉRIA SOU SÓ EU MESMA, NADIA STABILE.

Mais de 4,5 milhões acessaram a internet por celular nos últimos 3 meses

Plantão | Publicada em 23/01/2009 às 16h25m
Cleide Carvalho


SÃO PAULO - O acesso móvel à internet é uma das principais apostas do mercado para aumentar o número de brasileiros conectados e levar a web a regiões do país onde o serviço tradicional não consegue deslanchar. Além do acesso à internet por celular, há ainda os serviços de banda larga móvel, com modens que se conectam a laptops ou computadores tradicionais por USB, oferecidos pelas operadoras.

Um levantamento feito pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil, mostra que pelo menos 4,5 milhões de pessoas usaram o celular para acessar a internet nos últimos três meses.

- Há um potencial muito grande de crescimento do acesso por celular. Nada menos do que 74% dos domicílios no Brasil têm pelo menos um celular - diz Juliano Cappi, pesquisador do Cetip.

A idéia é de inclusão digital. A banda larga convencional depende de investimentos altos em infra-estrutura para se expandir, enquanto o acesso por celular depende apenas das antenas das operadoras e de baratear o custo do serviço.

Em média, apenas 5% de quem tem celular utiliza o aparelho para acessar a internet hoje. Na operadora Vivo, porém, este número é bem maior: 6 milhões de usuários - o equivalente a 15% da base .

- A diferença é que nunca cobramos pelo tráfego, apenas pelo conteúdo baixado no celular - diz Alexandre Fernandes, diretor de produtos e serviços da Vivo.

Segundo ele, os usuários de celular da empresa compram por mês 300 mil músicas pelo portal Wap e 60% das compras são feitas por usuários de pré-pago.

- Muitos destes clientes não têm dinheiro para comprar um computador e assinar uma conexão banda larga convencional. Pelo celular, ele consegue baixar a música que quer a preços que variam de R$ 1,99 a R$ 4,30 - explica.

Cerca de 10 modelos de aparelhos da Vivo já têm música embarcada, criando no consumidor o hábito de ouvir música por celular. Além disso, ele não precisa comprar um IPod. Coloca o fone de ouvido no celular e pronto.

- Conectadas as pessoas vivem melhor. A produtividade e a qualidade de vida aumentam. Pense em um morador da periferia de São Paulo, que gasta duas horas no ônibus para chegar em casa. Ele pode usar este tempo para se comunicar pelo Messager, enviar um currículo ou receber o recado de um serviço. Deixa de ser um tempo morto - diz Fernandes.

Hoje, 50% dos internautas brasileiros são da classe C e as classes de renda mais baixa (D e E) se conectam por meio das lan houses, que prestam serviço de acesso público pago.

- A galera está conectada. Tem página no Orkut e troca informação por MSN. O consumidor não é bobo. De uma forma ou de outra, está na internet - afirma o executivo.

Para a Vivo, o acesso móvel à internet é crescente e continuará assim nos próximos anos.

Fernandes lembra que basta olhar para o lado para descobrir que o uso da internet está mudando. Há alguns anos, as pessoas estavam com o celular no ouvido. Hoje, o aparelho está na mão e a pessoa está olhando para ele.

- Cada vez mais o celular vai ser usado com os olhos e com os dedos - diz.

A banda larga móvel oferecida por modem, com conexão USB, está em franca expansão. O número de usuários já atinge 1,8 milhão - cinco vezes mais do que há dois anos.

Segundo Fernandes, lan houses de favelas, onde não chega telefone fixo e muito menos cabeamento de internet, já usam a conexão móvel para levar o serviço à comunidade. O preço mais barato da Vivo custa R$ 49,90 por mês.

O consumidor pode levar com ele a internet e conectar no computador do trabalho. Além disso, pode compartilhar, apenas conectando o modem ao computador de outra pessoa.

- A banda larga móvel vai ser a grande impulsionadora da internet no Brasil - diz Fernandes, afirmando que a Vivo já tem mais de 500 mil clientes de internet móvel para o serviço, que está present em 300 municípios.

Em alguns países da Europa, assinala, a banda larga móvel já ultrapassa os acessos fixos à web.

FONTE : http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/01/23/mais-de-4-5-milhoes-acessaram-internet-por-celular-nos-ultimos-3-meses-754110979.asp

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Edição mundial do Fórum de Mídia Livre começa hoje em Belém do Pará

Henrique Costa - Observatório do Direito à Comunicação
23.01.2009


Coletivos, blogueiros, movimentos sociais, acadêmicos, ONGs e ativistas de várias partes do mundo se reúnem nos dias 26 e 27 no Fórum Mundial de Mídia Livre, que acontece junto ao Fórum Social Mundial (FSM), em Belém do Pará. Sob a identidade do “midialivrismo” e evocando a militância contra-hegemônica, o evento pretende debater e, ao mesmo tempo, praticar formas de comunicação alternativa.

O primeiro Fórum de Mídia Livre ocorreu no Rio de Janeiro em junho de 2008 e contou com a participação de cerca de 500 ativistas, exaltando a pluralidade de experiências e de propostas. Desta vez, a integração ao FSM fomenta a expectativa de que participantes do Brasil e de outros países reflitam sobre a garantia do direito à comunicação através da colaboração entre os diversos veículos alternativos e à luz das novas tecnologias.

“Vamos tentar dar um caráter mundial para o evento, pois contaremos com mais de uma centena de países”, conta Renato Rovai, editor da Revista Fórum e um dos impulsionadores do Fórum de Mídia Livre. Diante da necessidade de enfrentar uma das maiores concentrações de propriedade de mídia do mundo, diz Rovai, torna-se imperativo construir novas redes de produção e troca de conteúdos. “O evento é promovido por veículos de comunicação que não se reconhecem na mídia tradicional.”

Entre eles há várias definições, como descreve Rita Freire, editora da Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada e integrante do GT de comunicação do FSM. “São as mídias alternativa, comunitária, popular, independente, enfim, que estão fora do mercado. Elas vão discutir como defender o direito à comunicação, discutir políticas públicas, marcos regulatórios.”

De fato, é a heterogeneidade a principal característica tanto do FSM, quanto do Fórum de Mídia Livre. É a idéia de construir novos canais de disputa da hegemonia da informação, no entanto, que reúne uma diversidade rara de militantes e organizações. “Muitas pessoas estão se reconhecendo como fazedores de mídia”, conta Ivana Bentes, professora da Escola de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Desafios da mídia livre

Como resultado desse esforço, o Fórum de Mídia Livre promoverá duas mesas de debate e um seminário, tentando abranger os desafios da mídia livre, como a ampliação da comunicação compartilhada e de formas de aumentar a capacidade e abrangência destas redes de informação. Rovai acredita que o movimento atual já é um “ponto crítico da mídia tradicional”. Significa, para ele, que a grande mídia não consegue mais ignorar a profusão de informações por diferentes atores.

Ivana concorda e acredita que é necessário fortalecer a mídia livre apontando para um novo contexto nas comunicações. “Temos muitas iniciativas, mas que ainda não se comunicam entre si.” Nesse caso, impõe-se como desafio “articular-se mantendo a singularidade de cada um”.

Para o Fórum de Mídia Livre, é o momento para reconhecer outras redes para além do Brasil e da América Latina. A crise econômica é o pano de fundo para estas e outras discussões que se darão em Belém. Em um dos debates, é a própria atuação da mídia corporativa diante do caos sócio-econômico, do qual também é cúmplice, que estará no foco das atenções.

Colaborativo

Durante o Fórum Social Mundial, será através de uma rede aberta de cobertura conjunta entre as mídias não-comerciais que o evento se comunicará com o mundo. Esta experiência de comunicação colaborativa vem se aperfeiçoando com a seqüência de FSMs e será tema de um seminário no Fórum de Mídia Livre.

“Estamos discutindo a construção de modelos alternativos num contexto de destruição dos recursos do planeta e, por outro lado, buscando valorizar as diferentes culturas”, conta Rita. Exercício que sugere a superação do modelo mercadológico e que pretende “eliminar o recorte da competição entre os meios de comunicação”. Para a militante da Ciranda, a colaboração é o caminho para o embate com a mídia comercial. “Sem competição e lucro, o mercado não vive.”

Perpectivas

Após o I Fórum de Mídia Livre, em 2008, e desta sua edição mundial, é inevitável imaginar quais serão os resultados e as perspectivas em relação à afirmação da mídia livre resultantes da ação de um conjunto tão amplo de atores e diante da urgência pela democratização da comunicação no país. Alguns sites e blogs brasileiros têm sido bem sucedidos na iniciativa de expor algumas pautas e publicizar opiniões sobre temas polêmicos de maneira mais democrática do que o olhar enviesado da mídia comercial.

Com efeito, Renato Rovai sugere que esta seria uma “conquista subjetiva” da mídia livre. “Economia solidária e software livre, por exemplo, não se discutia na mídia tradicional”, lembra. Mas esta sensibilização é, naturalmente, difícil de ser medida e não é, necessariamente, resultado de uma articulação coletiva, de modo que é possível destacar outros resultados concretos.

Por exemplo, em Belém será apresentado aos participantes do Fórum Social Mundial o edital para os Pontos de Mídia Livre, nos mesmos moldes dos Pontos de Cultura criados pelo Ministério da Cultura, idéia que foi delineada pelos participantes do FML no Rio. Com o edital, o MinC premiará 60 iniciativas de comunicação compartilhada, incluindo sites, rádios, fanzines, blogs, TVs, estúdios de produção de áudio e vídeo e outras mídias.

“É o reconhecimento de quem está fazendo mídia fora do campo corporativo”, opina Ivana Bentes sobre o edital. A professora, porém, acredita que deve haver mais políticas públicas permanentes que dêem sustentabilidade a esta mídia não-comercial.

Este passo, para Ivana, seria dado com a realização da Conferência Nacional de Comunicação, reivindicação permanente das organizações da sociedade civil. “O Fórum de Mídia Livre é um bom momento para pressionar para sua realização”, concorda Rita Freire. A conferência seria, no caso, a condição para uma transformação estrutural da realidade das comunicações no Brasil através de novos marcos regulatórios.

Verbas para todos

Outra questão que envolve diretamente o governo federal e que incidiria sobre os veículos de comunicação não-comerciais é a destinação de verbas para publicidade estatal. É consenso entre os participantes do evento que o dinheiro público não pode ser monopolizado pelas grandes empresas em detrimento de veículos “que não aceitam dinheiro de corporações”, como destaca Rita em relação à mídia livre. Rovai acredita que os grandes veículos “não informam mais sozinhos” e que é hora de os midialivristas terem seu valor finalmente reconhecido.

FONTE: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=4616

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

"O MEIO É A MENSAGEM" - OLGA POMBO - SOBRE A TESE DE MARSHALL McLUHAN

4. O MEIO É A MENSAGEM
Olga Pombo


A tese central

Marshall McLuhan parte de uma tese central: o Meio é
a Mensagem.

Trata-se de uma formulação excessiva pela
qual o autor pretende sublinhar que o meio, geralmente
pensado como
simples canal de passagem do conteúdo
comunicativo, mero veículo de transmissão da mensagem, é
um elemento determinante da comunicação.
Enquanto suporte material da comunicação, o meio
tende a ser definido como transparente, inócuo, incapaz
de determinar positivamente os conteúdos comunicativos que
veícula. A sua única incidência no processo comunicativo
seria negativa, causa possível de ruído ou obstrução na
veículação da mensagem. Pelo contrário, McLuhan chama a
atenção para o facto de uma mensagem proferida oralmente
ou por escrito, transmitida pela rádio ou pela televisão,
pôr em jogo, em cada caso, diferentes estruturas

Trata-se de uma formulação excessiva pela
qual o autor pretende sublinhar que o meio, geralmente
pensado como
simples canal de passagem do conteúdo
comunicativo, mero veículo de transmissão da mensagem, é
um elemento determinante da comunicação.
Enquanto suporte material da comunicação, o meio
tende a ser definido como transparente, inócuo, incapaz
de determinar positivamente os conteúdos comunicativos que
veícula. A sua única incidência no processo comunicativo
seria negativa, causa possível de ruído ou obstrução na
veículação da mensagem. Pelo contrário, McLuhan chama a
atenção para o facto de uma mensagem proferida oralmente
ou por escrito, transmitida pela rádio ou pela televisão,
pôr em jogo, em cada caso, diferentes estruturas

perceptivas,desencadear diferentes mecanismos de
compreensão, ganhar diferentes contornos e tonalidades, em
limite, adquirir diferentes significados. Por outras
palavras, para McLuhan, o meio, o canal, a tecnologia em
que a comunicação se estabelece, não apenas constitui a
forma comunicativa, mas determina o próprio conteúdo da
comunicação.(...)

LEIA NA ÍNTEGRA EM : http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/cadernos/mcluhan/estudo_mcl_olga.pdf

O QUE SÃO VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO? DA WIKIPÉDIA

Veículos de comunicação são os meios que divulgam as notícias. Os veículos de comunicação estão espalhados por diversos meios de comunicação, como a internet, a televisão, rádio, jornais e revistas.

O Jornal é um dos mais antigos veículos de informações, sua cobertura é basicamente em areas metropolitanas com disponibilidade de edições locais ou bairrista.

A Revista com publicação, na maioria das vezes, para grandes regiões, muitas vezes até mundial, tem alta qualidade gráfica com maior elaboração nos tipos de propagandas. Tem boa seletividade com relação ao público já que cada tipo de revista é voltada para grupos específicos.

O Rádio enquadra sua principal vantagem na flexibilidade, porém com delimitação de sua cobertura devido sua área de transmição.

A TV é um excelente meio de comunicação pois possibilita um impacto dramático ao seu público combinando som e movimento.

A Internet apesar de sua ampla cobertura de mercado, baixos custos e interatividade ainda atinge pouco o público brasileiro pela dificuldade no acesso para classes mais baixas. Porém é uma grande promessa para comunicação de massa, o que já vem ocorrendo em países mais desenvolvidos.

FONTE : http://pt.wikipedia.org/wiki/Ve%C3%ADculos_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Pierre Lévy no Roda Viva (08/01/01)



O filósofo francês participou do Roda Viva em 2001 e comentou o dilúvio de informação em que as pessoas vivem hoje: "No fundo, na arca de Noé, havia um resumo do conjunto de animais que ia desaparecer. E uso essa imagem no livro [Cibercultura] para dizer que, hoje, é impossível fazer um resumo do todo. Não podemos mais abraçar o todo, porque ele tornou-se uma coisa infinita".

domingo, 7 de dezembro de 2008

"DESENTUBE-SE" FESTIVAL DE VÍDEO TELA DIGITAL DA TV BRASIL

TV Brasil faz concurso com produtores de vídeos independentes

As inscrições para a disputa promovida pela TV Brasil com produtores dos melhores vídeos independentes estarão abertas a partir desta sábado, dia 6, no site www.teladigital.org.br.Além do prêmio de R$ 15 mil para o melhor vídeo eleito pelo júri e para o melhor video eleito pelo público, a emissora exibirá os conteúdos a partir a partir de 14 de fevereiro, na estréia do programa "Festival de Video Tela Digital", um semanal com 26 episódios, na primeira temporada.
Os trabalhos, que podem ser realizados com câmeras de vídeo e de foto digital, celulares e animação por computação, devem ser inéditos e ter de 3 a 8 minutos de duração, incluindo os créditos.

INFORME-SE : http://www.teladigital.org.br/templates/Home.aspx

ASSISTA OS VÍDEOS DA CAMPANHA : http://www.teladigital.org.br/templates/Player.aspx?contentId=3295

O ALTISTA: A COMUNICAÇÃO DAS MÍDIAS DIGITAIS - RETIRADO DE NET ART - FAPESP

O altista: A comunicação das mídias digitais
por angeles — Última modificação 23/12/2006 05:51

Resumo Este trabalho destina-se a discorrer sobre a interatividade, a singularidade e particularidades que estão sendo desenvolvidas a partir do desenvolvimento dos equipamentos de comunicação e de informação e o aparecimento das mídias digitais. Também, procuramos entender algumas alterações que estão acontecendo com relação à comunicação voltada para o indivíduo isolado. Palavras Chave: Mídias Digitais, Comunicação, Interatividade, Singularidades, Particularidades

SUMÁRIO

1. A Web Arte.........................................................................................................................03

2. Linkado com as Mídias Digitais.......................................................................................05

3. A espetacularização do cotidiano.....................................................................................08

Considerações Finais............................................................................................................10

Bibliografia............................................................................................................................11

Introdução

Neste texto procuraremos sintetizar todas as leituras efetuadas durante a disciplina oferecida pela Profa. Dra. Giselle Beiguelman.

Nossas leituras se voltaram para o receptor diante das mídias digitais. Procuramos compreender interatividades, direcionalidades, particularidades e singularidades que vem ocorrendo quando do desenvolvimento dos equipamentos de comunicação e de informação e o aparecimento das mídias digitais.

Abordaremos também alguns pontos positivos e negativos dessas novas mídias, tanto destinadas a sociedade como para o indivíduo isolado.

Discorreremos também, sobre a espetacularização do cotidiano que já vem sendo produzidas pelas mídias de massa e, agora com muito mais força pelas mídias digitais. Museus, feiras e exposições promovem condições para que espetáculos particulares sejam elaborados individualmente, com o objetivo de atrair espectadores.

Finalizando as considerações finais e a bibliografia.

1. A web arte

Temos como objetivo neste texto faze uma reflexão a respeito da comunicação produzida em alguns sites voltados para a Web Arte. Os sites foram visitados em 28 de agosto de 2006 e foram os seguintes: http://influenza.etc.br/madridmousaic/, http://vizinhodojefferson.blogger.com.br/,http://des-echo.blogspot.com/, http://www.detanicolain.com.br/.

Pudemos constatar que a comunicação oferecida nos sites visitados é totalmente diferente do que os meios de comunicação de massa nos oferecem. A comunicação se dá de forma individualizada e interativa. É o receptor que de certa maneira faz as escolhas e os caminhos a serem percorridos se dá de forma particular e individual, os quais são inúmeros.

Sobre o assunto nos fala a pesquisadora Cristina Costa:

(...) “trata-se de usuários que fazem escolhas e criam hábitos muito individualizados, e que os meios eletrônicos cada vez mais fornecem ferramentas para que o gosto e a curiosidade pessoais sejam satisfeitos, seja pela grande oferta de produtos, seja pela sofisticação tecnológica dos equipamentos”[1].

O receptor tem a possibilidade de “viajar” para onde seus sentidos e olhos os leve, não existindo assim, interferência por parte do produtor do site ou da mídia. É uma comunicação estruturada em parâmetros diferentes das mídias de massas, como já foi dito anteriormente.

O sujeito é receptor e emissor ao mesmo tempo. É o sujeito implicado em todo um processo de significação, ele percorrer o caminho de acordo com seus próprios valores.

A recepção, nesse caso se dá, segundo Umberto Eco[2] como se fosse uma “obra aberta” não é acabada pelo autor mas sim finalizada pelo intérprete. Essa “obra aberta” conforme o autor: “(...) valoriza o intérprete e instaura nele uma série de atitudes, tais como; uma liberdade consciente, que lhe dá o direito à crítica, criando sua própria forma(...)”. [3]

Por outro lado, uma vez que o receptor é dono do seu caminho corre o risco de se “perder”, em virtude da quantidade de informações que recebe ser muito grande, o que possibilita segundo Umberto Eco[4], "Anarquia do Saber", uma vez que não existe uma filtragem na informação. O que pode gerar inclusive uma grande confusão entre o que é conhecimento e o que é informação; a informação em si não é conhecimento; o conhecimento é algo que o indivíduo pode vir a construir, a partir da informação.

Como aponta Guilhermo Orozco Gómez[5], embora hoje o volume de informação disponível seja enorme, e o acesso a ela seja relativemente amplo, não significa que esteja havendo construção de conhecimento. O autor afirma que

“ (...) a informação se converteu em um bem de consumo, aparentemente cada vez mais necessário para os indivíduos e os grupos em seu esforço por uma existência plena de sucesso em uma sociedade moderna, repleta de interações sociais informatizadas”.[6]

Está evidente que, estamos diante de nova mídia que apresenta uma comunicação, que em certo sentido, está na “contra-mão” das mídias dirigidas as massas (jornal, rádio, TV, etc). Visto que, os meios dirigidos às massas oferecem ao receptor a informação pronta, elaborada, terminada, ou seja, não há questionamentos. O receptor não compartilha da elaboração e da construção das informações que recebe. Enfim, é um agente passivo, na produção do produto que recebe, tudo é elaborado de acordo com as necessidades e objetivos dos produtores.

Afirma Santaella:

“(...) os meios de comunicação de massa são meios de produção que estão sob o poder político de uma minoria economicamente privilegiada, sendo suas mensagens produzidas por poucos para serem recebidas por uma massa de consumidores que não participa da escolha das mensagens que lhe são dirigidas”[7].



Isto é, os meios de comunicação de massa não se preocupam com as particularidades, elas estão voltadas para o geral, ao contrário dessa nova mídia que a preocupação está centrada no indivíduo, em saberes particulares. Por outro lado, uma mídia que possibilita tornar os sujeitos mais críticos, uma vez que cada indivíduo interage da forma que mais lhe convém.

Essas questões são bem expostas do livro Link-se, de autoria de Giselle Beiguelman, assunto de nosso próximo item.

2. Linkado com as Mídias Digitais

Neste texto procuramos fazer uma reflexão acerca do capítulo Políticas Ácidas do livro já mencionado acima. Percebemos que o texto trata de várias questões que estão acontecendo a partir do desenvolvimento das mídias digitais. Questões como: a) grandes transformações na área da comunicação; b) as mídias digitais produzem algo jamais pensados pelos meios de comunicação de massa; c) aparecem novos formatos de sociabilidades; d) novas maneira de produzir arte e cultura; e) convívio e interação entre homem e máquina etc, etc, etc.

Sobre essas questões nos fala Lev Manovich no texto Post-media Aesthetics, e afirma que as mídias digitais estão provocando uma nova cultura, uma cultura da interface, que se modela de acordo com a necessidade.

É que se por um lado, é um meio que proporciona grande maleabilidade ao receptor, por outro é um meio que exclui socialmente os indivíduos, visto possuir uma engenharia e uma arquitetura que exige habilidade e conhecimento. Como nos mostra o texto O Meulular Que Me Pariu[8] , texto que trata da invasão de privacidade como é o caso do rmiranda. Situação que somente pode acontecer no caso de muita habilidade digital do operador.

Ao contrário do que acontece com as mídias de massa, que inclui o sujeito socialmente no mundo comunicacional. As mídias digitais proporcionam uma comunicação dirigida e direcionada a um determinado público. Elas não se preocupam em produzir mensagens para um grande número de pessoas, como é o caso das mídias de massa. A respeito ressalta COSTA:

“Se a comunicação de massa tendeu sempre à centralização e unidirecionalidade, com poucos dirigindo-se a muitos (a massa), nas mídias digitais esse modelo se desregulamenta, sendo possível um usuário falar com outro, um dirigir-se a muitos, muitos comunicarem-se com muitos e um navegador isolado interagir apenas com a máquina. Em razão disso, a comunicação digital se caracteriza pela multiplicidade de relações envolvida e de direcionamento das mensagens.”[9]

Uma vez que, as mídias digitais se caracterizam pela multiplicidade de relações e pela direcionalidade de mensagens, podemos reafirmar que o sujeito quando interage com elas é receptor e emissor ao mesmo tempo, portanto, pode ser também interventor da comunicação que recebe, com a condição inclusive de transformar a informação.

Como se sabe, as informações de um computador, é uma grande quantidade de informações numéricas, ou seja, sons, imagens ou textos, são conjuntos de dados digitais. É uma linguagem universal em bites de 0 e 1, que Santaella chama de esperanto das máquinas[10]. Ou seja, os estudos dos processos de comunicação, a partir das mídias digitais, não se sustentam mais, pois questões como estas, jamais foram discutidas, por exemplo, num contexto de recepção da comunicação de massa.

Está claro que, as mídias digitais produzem um processo de comunicação que não pode ser tratado mais como algo que acontece mecanicamente, centrado no emissor e receptor.

A abordagem tradicional da comunicação pode ser considerada hoje limitada e insuficiente para analisar o processo comunicativo voltado as mídias digitais, dado a sua complexidade. Afirma Maria Ângela Mattos[11] que “a comunicação é um campo interdisciplinar por excelência, para o qual convergem a política, a sociologia, a pedagogia, a psicologia, a antropologia, a ética e o direito”. Isto é, várias áreas de conhecimento se convergem num mesmo sentido.

Elizabeth Saad Corrêa, outra pesquisadora do assunto, diz que os processos de comunicação, estão passando por transformações para incorporar as inovações da tecnologia e, ao mesmo tempo, manter sua função original. Afirma que:



“Observamos emissores – as empresas informativas – buscando adequar suas estruturas internas de organização de atividades e pessoas; buscando um outro modelo de sustentação de seus negócios. Pelo lado dos receptores, emerge um papel transformado do leitor/espectador/ouvinte, um usuário internauta, com um enorme poder de intervenção, diálogo e escolha de emissores e mensagens. A própria mensagem passa por transformações, seja no fluxo de produção de conteúdos, no próprio conceito de conteúdo alavancado pelos recursos de hipermídia(...)[12]”



A informação segundo Corrêa está em processo de gestação na maioria das empresas informativas. E diz que:

“ O fato claro é que no mundo da informação digital a estrutura não-linear de apresentação de conteúdos é de grande diferencial. Quem sair na frente e narrar de forma não-linear tem enorme vantagem. Diante disso, poderíamos inferir que apenas quem domina o conjunto de tarefas que geram informações, conteúdos ou mensagens é que teria em mãos os instrumentos, habilidades e competências para trabalhar nesse novo formato informativo[13]”.

É fato que estamos vivendo uma grande mudança na área da comunicação, ou até uma revolução como definiram Umberto Eco[14] e o historiador François Caron[15]. Segundo os autores, estamos vivendo a terceira grande revolução, a partir do surgimento da Internet.

Essa nova mídia além modificar a comunicação, vem produzindo e transformando comportamentos da sociedade. Ou será que os comportamentos não mudaram, só mudou o meio de expressão?

Segundo Manuel Castells:

“A Internet é um instrumento que desenvolve, mas que não muda comportamentos; ao contrário, os comportamentos apropriam-se da Internet, amplificam-se e potencializam-se a partir do que são”.

“Isso não significa que a Internet não seja importante, mas não é a Internet que muda os comportamentos, mas os comportamentos que mudam a Internet.”[16]

Enfim, é uma mídia que dá a possibilidade ao receptor de interagir constantemente com o seu emissor, tornando-se também um emissor, ou seja, transformam-se totalmente os conceitos de comunicação pensada na perspectiva das mídias de massa.

Como Lev Manovich, afirma as mídias digitais se modelam de acordo com as necessidades. Podendo inclusive arquitetar a informação no sentido de tornar o cotidiano em um espetáculo, item que discorreremos abaixo.

3. A Espetacularização do Cotidiano

Na visão de Guy Debord[17], o espetáculo é parte da sociedade, um instrumento que unifica, uma ritualização necessária na cultura ocidental, do mesmo modo que as danças rituais de tribos indígenas ou a troca de presentes no Natal.

Para o autor, o espetáculo acontece através da criação de um “falso olhar”, em que as manifestações socioculturais são apropriadas ao contexto da comunicação, não da ação. A televisão devolve ao receptor uma realidade espetacularizada, e essa realidade construída passa a ser a realidade assumida, motor da constituição de formas de conceber, avaliar e produzir a mesma realidade.

Hoje, com as mídias digitais estamos constantemente sendo convidados a construir e espetacularizar uma certa realidade, interagimos com a informação e simulamos as sensações. Museus, feiras e exposições disponibilizam equipamentos com o objetivo de fazer com que o indivíduo interaja efetivamente com as máquinas e crie seu próprio espetáculo.

Por outro lado, essa interatividade, pode tornar-se um verdadeiro “objeto” que na verdade não servem para nada, o que nos remete a Jean Baudrillard que chamou de gadget[18], algo sem utilidade nenhuma

Claudia Gianette outra pesquisadora do assunto diz que os usuários das mídias digitais estão cada vez mais dispersos e isolados, provocando os chamados gadgets. E afirma que:

“la manera como los "gadgets" telemáticos están siendo empleados, “producen habladurías y palabrerías cósmicas vacías, una ola de imágenes técnicas banales, que están tapando definitivamente todas las lagunas entre las masas de usuarios del teclado, cada vez más aisladas y dispersas”.

Ou seja, corremos o risco de cairmos no chamado gadget, uma vez que a interação é feita sem objetivo e sem utilidade. É como se essas novas mídias proporcionassem um grande espetáculo, no qual todos os integrantes da sociedade fossem convidados a participar, sem que haja de fato uma necessidade explicita, ou seja, tudo é banalizado. Conforme Claudia Gianette:

"Reconocemos fácilmente en ésta una de las estrategias del espectáculo. Si entendemos el ciberespacio como un fenómeno sociocultural y económico, y no simplemente técnico y mediático, entonces podemos valorar la magnitud de su potencial como medio dispersivo y entrópico, como “lugar” del espectáculo en la era postindustrial”

Está claro que, estamos vivenciando uma nova comunicação, que está resultando como Gianette afirma em um fenômeno sócio-cultural e econômico e não é apenas tecnológico ou mediático, mas também sensorial. As mídias digitais têm nos dado à opção, por exemplo, de utilizarmos todos os nossos sentidos ao mesmo tempo.

Por outro lado, pode causar um grande problema no sentido de acesso à informação, justamente em virtude da hibridização das linguagens, da interação e da grande quantidade de informações que nos é oferecida. De acordo com Gianette no texto La cultura on-line[1]
, diz que:

“De la misma manera, la red telemática ofrece el acceso, como muchos autores ya han señalado, a algo parecido a la "biblioteca de Babel" de Jorge Luis Borges, con un universo casi infinito de información sin elemento central. La existencia de una inconmensurable cantidad de bits de información significa también un aumento equivalente respecto a la dificultad de selección, y por lo tanto, un obstáculo para el acceso a un determinado contenido”.

De fato, as mídias digitais estão provocaram uma nova forma de comunicação. Uma comunicação interativa, hipermediática, com novas propostas para qualquer homem, e em particular para os artistas ou produtores culturais. Todos são chamados para essa nova comunicação interativa e hipermediática que surge com nova linguagem e novos parâmetros. Uma linguagem, segundo Santaella: “Trata-se, de fato, de uma linguagem inaugural em um novo tipo de meio ou ambiente de informação no qual ler, perceber, escrever, pensar e sentir, adquirem características inéditas”.[2]

Isto é, houve uma fusão entre as linguagens das mídias existentes, nascendo assim, uma nova linguagem. As mídias digitais convidam o homem, de forma geral, a interagir com a informação ou simular a interação.

Considerações Finais

Para concluírmos, a interação depende somente do homem, pois é ele que irá interpretar a mensagem, o equipamento ou a sofisticada tecnologia são estruturas abertas que dão a possibilidade ao sujeito se interelacionar-se ou interpretar as informações de acordo com seu repertório.

Afirma Baudrillard: “A máquina de alta tecnicidade é uma estrutura aberta, pois o conjunto das máquinas abertas pressupõe o homem como um organismo e interprete vivo”.[3]

Ou, como Félix Guattari nos fala o mundo contemporâneo está cada vez mais dominado pelo aumento de reivindicações de singularidade subjetiva. Diz:

“De um modo geral, pode-se dizer que a história contemporânea está cada vez mais dominada pelo aumento de reivindicações de singularidade subjetiva – querelas lingüísticas, reivindicações autonomistas, questões nacionalísticas, nacionais que, em uma ambigüidade total, exprimem por um lado uma reivindicação de tipo liberação nacional, mas que, por outro lado, se encarnam no que eu denominaria reterritorializações conservadoras da subjetividade[4]”

O autor vem se dedicando a entender o que o mundo singular e subjetivo Busca compreender o que está rodeado o mundo humano de forma particular.

É justamente o caminho que parece que estamos seguindo com o desenvolvimento da tecnologia e das mídias digitais, ou seja, cada vez mais as produções estão sendo dirigidas as particularidades, as singularidades. Caminho inverso que estiveram e estão às mídias de massa.

Bibliografia

BAUDRILLARD, Jean. O sistema dos objetos. São Paulo, Perspectiva, 1968.

CARON, François. Jornal O Estado de São Paulo, em 04.06.2000

CASTELLS, Manuel,. “Organização comunicacional e transformação cultural”. In: Moraes, Denis de (org.) Por uma outra comunicação. Rio de Janeiro: Record, 2003.

CORRÊA, Elizabeth Saad. Arquitetura estratégica no horizonte da terra cognita da informação digital.Revista USP Comunicação. n. 22, São Paulo.1989.

COSTA, Cristina. Ficção Comunicação e mídias. São Paulo: Senac, 2002.

DEBORD, Guy. Commentario sulla societá dello spettacolo e la societá dello spettacolo. Milano: Sugar Company Edizioni, 1990.

ECO, Umberto. Obra Aberta, São Paulo, Perspectiva, 1976

______, Umberto. Jornal Folha de São Paulo. 10.01.2000.

GIANETTI, Claudia “La cultura on-line” disponível em http://www.mecad.org/proy.html: 20 de out. 2006.

GUATARRI, Félix. Caosmose Um novo paradigma estético, Rio de Janeiro, Editora 34, 1992.

GUILHERMO OROZCO Gómez. “Professores e meios de comunicação: desafios e estereótipos”. Revista Comunicação e Educação. n. 10. São Paulo: Moderna/CCA.

MATTOS, Maria Ângela. Revendo o Pensamento Comunicacional e os processos de aprendizagem na contemporaneidade. Revista Latinoamerica de Ciências de La Comunicación. Ano 1, n.1. São Paulo: ALAICA, 2004.

SANTAELLA, Lucia. Matrizes da linguagem e pensamento: sonora visual verbal. São Paulo, Iluminuras, 2005.

______, Lúcia. Navegar no ciberpaço: O perfil cognitivo do leito imerso. São Paulo: Paulus. 2004

______, Lúcia. Cultura das mídias.São Paulo: Experimento. 1996.





[1]GIANETTI, Claudia “La cultura on-line” disponível em http://www.mecad.org/proy.html: 20 de out. 2006.

[2] SANTAELLA, Lucia. Matrizes da linguagem e pensamento: sonora visual verbal. São Paulo, Iluminuras, 2005. p. 369.

[3] BAUDRILLARD, Jean. O sistema dos objetos. São Paulo, Perspectiva, 1968. p. 119

[4] GUATARRI, Félix. Caosmose Um novo paradigma estético, Rio de Janeiro, Editora 34, 1992. p. 13



[1] COSTA, Cristina. Ficção Comunicação e mídias. São Paulo: Senac, 2002. p. 83

[2] ECO, Umberto. Obra Aberta, São Paulo, Perspectiva, 1976.

[3] ibdem

[4] ECO, Umberto. Jornal Folha de São Paulo. 10.01.2000.

[5] GUILHERMO OROZCO Gómez. “Professores e meios de comunicação: desafios e estereótipos”. Revista Comunicação e Educação. n. 10. São Paulo: Moderna/CCA.

[6] ibdem. p. 58.

[7] SANTAELLA, Lúcia. Cultura das mídias.São Paulo: Experimento. 1996. p. 48.

[8] Ibid. p.136

[9] COSTA, Cristina. Ficção Comunicação e mídias. São Paulo: Senac, 2002. p. 82

[10] SANTAELLA, Lúcia. Navegar no ciberpaço: O perfil cognitivo do leito imerso. São Paulo: Paulus. 2004

[11] MATTOS, Maria Ângela. Revendo o Pensamento Comunicacional e os processos de aprendizagem na contemporaneidade.Revista Latinoamerica de Ciências de La Comunicación. Ano 1, n.1. São Paulo: ALAICA, 2004.

[12] CORRÊA, Elizabeth Saad. Arquitetura estratégica no horizonte da terra cognita da informação digital.Revista USP Comunicação. n. 22, São Paulo.1989.

[13] Ibden

[14] ECO, Umberto. Jornal Folha de São Paulo. 10.01.2000.

[15] CARON, François. Jornal O Estado de São Paulo, em 04.06.2000.

[16] CASTELLS, Manuel,. “Organização comunicacional e transformação cultural”. In: Moraes, Denis de (org.) Por uma outra comunicação. Rio de Janeiro: Record, 2003. p. 273.

[17] DEBORD, Guy. Commentario sulla societá dello spettacolo e la societá dello spettacolo. Milano: Sugar Company Edizioni, 1990.

[18] “É toda a gratuidade do concurso Lépine que, sem jamais inovar e por simples combinatória de esteriótipos técnicos, ajusta objetos de função extraordinariamente específica e perfeitamente inútil a função visada é tão precisa que só pode ser um pretexto: de fato tais objetos são subjetivamente funcionais, vale dizer: obsessionais”.

FONTE: http://netart.incubadora.fapesp.br/portal/Members/angeles/Interatividade%202/

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